terça-feira, 31 de março de 2015

Atualizando novidades sobre Kill me 3 times

Olá, nesse post vou trazer atualizações do filme Kill me Three Times que está estreando (on demand) nos EUA. Primeiro a ficha técnica completa, liberada pelo Festival de Toronto quando o filme fez sua estreia lá no ano passado:

Informações sobre o filme -



Diretor (es): Kriv Stenders
País: Austrália
Ano: 2014
Idioma: Inglês
Duração: 90 minutos
Rating: 14A
Produtor Executivo: Jed Weintrob, Jan Korbelin, Jack Drewe, Ian Gibbons, Joan Peters, Aaron L Gilbert, Bryce Menzies, Alan Simpson
Produtor: Laurence Malkin, Share Stallings, Tania Chambers
Produtora: Parabólico Pictures, Inc., Way Stable Entretenimento, KM3T Productions Pty Ltd, Feisty Dame Productions Pty Ltd
Elenco Principal: Simon Pegg, Sullivan Stapleton, Alice Braga, Teresa Palmer, Callan Mulvey, Luke Hemsworth, Bryan Brown
Roteiro: James McFarland
Diretor de Fotografia: Geoffrey Simpson
Editor: Jill Bilcock
Som: Chris Goodes
Música: Johnny Klimek
Designer de Produção: Clayton Jauncey

Algumas novas imagens da Alice no filme:


E uma entrevista - traduzida - concedida pela Alice ao site Latino Review. É uma entrevista muito boa onde ela confirma o piloto da série, fala sobre sua indicação ao Emmy Digital e mais;

Uma vez, nunca é suficiente.
Nesta comédia de humor negro, Simon Pegg estrela como um assassino profissional: Charlie Wolfe, que está envolvido em uma trama de assassinato para uma atribuição de contrato. E ele está ostentando um bigode ímpio. O filme também é estrelado por Teresa Palmer, Alice Braga, Luke Hemsworth e Sullivan Stapleton.
Latino-Review teve uma entrevista com Braga, concedida por telefone sobre seu papel no filme. Discutimos seu papel como a vítima principal, interpretando personagens femininos fortes e o amor a cultura da Austrália. "Mate-me três vezes" está disponível como VOD (Vídeo on Demand) e no iTunes hoje. Ele terá uma estreia nos cinemas limitada em 10 de abril.
Leia a entrevista na íntegra abaixo.
Latino-Review: O que te atraiu para este projeto?
Alice Braga: Eu conheci [um dos] produtores há muito, muito tempo atrás, que era irmão do meu agente. Ele me convidou para ler e participar. Havia um diretor e, em seguida, ele foi desligado. [...] [Eles tinham Kriv Stenders], o diretor de "Boxing Day", um filme que eu gostei muito. Era uma história interessante e eu tinha curiosidade sobre como ele [Kriv] trabalha com atores.
Por toda a história, eu pensei que era diferente do que eu já fiz. Com o elenco como Simon [Pegg] e todo mundo pulando a bordo seria uma viagem divertida de fazer. Então, eu pulei a bordo também!  Yeah!
Latino-Review: Então, o que era diferente do que você já fez?
Alice Braga: Bem, o que é diferente? Definitivamente, é ser uma comédia, gananciosa, um suspense/drama. Foi completamente diferente para um filme que eu pensei em estar até esse ponto.
Latino-Review: Aqui está a minha observação: Eu sempre pensei em você interpretando personagens femininas fortes. O personagem que você faz neste filme ainda é uma personagem feminina forte. Como exatamente é esse personagem diferente de todos os outros que você interpretou no passado?
Alice Braga: Eu falei muito com Kris ao ir ao set, no sentido de saber sobre a forma de interpretar uma mulher que não é tão forte e é mais sensível. Acontece que o que é necessário para o projeto [era a ideia] de que ela iria se tornar uma mulher forte. Assim, ela é diferente de outros personagens, pois ela acabou sendo [se tornando] uma mulher forte.
Engraçado, uma entrevista que eu estive dando antes dessa, nós estávamos falando sobre em quantos personagens femininos fortes vêm em minha direção. Eu não tenho nenhuma ideia sobre por que isso acontece, mas acontece. Ela era, quando eu comecei, um personagem que estava tentando sobreviver. Ela iria passar por tudo isso para ser uma mulher forte, sem ser ingênua ou sentir pena de si mesma. Por isso, foi apenas pura coincidência que, na verdade, eu tenha outro personagem como este.
 Latino-Review: Deixe-me perguntar-lhe isto, você gosta de interpretar este tipo de personagens? Você acha que você está sendo estigmatizada?
Alice Braga: Eu não acho que eu estou sendo rotulada. De certa forma, eu fiz [esses papéis femininos fortes] e as pessoas veem o que posso fazer [com eles]. Eu tento fazer o meu melhor sobre ele. Definitivamente, não é ser estereotipada. De certa forma, [eles são todos] diferentes personagens em diferentes histórias. Agora, quando as mulheres precisam sobreviver então elas têm essas semelhanças. Então todas acabaram sendo mulheres fortes.
 
Latino-Review: Então que tipo de personagens femininas que você, pessoalmente, gostaria de interpretar no futuro?
Alice Braga: Eu adoraria interpretar um vilão. Eu adoraria interpretar uma mulher que não é uma boa menina. Ela deve ser uma mulher com um tipo diferente de problema em sua vida, e não necessariamente uma sobrevivente. Quase todos os personagens que eu fiz, fora dos projetos independentes, nos filmes americanos são tipicamente personagens de sobrevivência. [Meus filmes indie] são tipicamente opostos. Eu apenas fiz um filme com Woody Harrelson e Liam Hemsworth, no ano passado, no qual ela é a esposa de um ranger. Ela é uma personagem totalmente diferente. Mas, principalmente, essas personagens que eu interpretei nos EUA, elas têm necessidade e instintos de sobrevivência. Isso é algo que eu amo interpretar. Eu acho que é muito divertido. E eu adoro esse tipo de filme. Eles me desafiam nessa direção. Agora, se você me perguntar em que eu deveria atuar que é diferente do que eu costumo? É definitivamente um vilão. Só estou dizendo. [Risos]
Latino-Review: Seu personagem é quase assim. Ela estava tentando apunhalar o seu próprio marido, certo? [Risos]
Alice Braga: Sim, definitivamente. Ela é um pouco controversa. Eu estava conversando com Kris sobre ela. Na edição, algumas cenas são retiradas para que o marido acabe sendo mais como um cara mau. Pegamos essas cenas e foi melhor para o filme deixar essas cenas de fora. Ela estava apenas cansada de ser maltratada por ele.
Latino-Review: Você mencionou há pouco que você já trabalhou com Liam Hemsworth em um filme. Agora você também trabalhou com outro Hemsworth neste filme também.
Alice Braga: Exatamente. É uma coincidência engraçada! [Risos]
Latino-Review: Como os dois são comparáveis?
Alice Braga: Eles são engraçados. Eles são super legais. Eles são bons amigos para ter. Eles são atores realmente maravilhosos. Eles são pessoas muito agradáveis ​​para se relacionar. Eles ouvem o que você quer trazer para a cena. Agora Liam é o mais novo e ele pode ser mais como um menino. Agora Luke é mais velho e ele ainda é  “goofy Aussie” [semelhante a pateta]. Espere, eles são ambos bobos! [Risos]
Latino-Review: Então, agora você tem que trabalhar com Chris [Hemsworth] e você terá o trio em seu currículo, certo?
Alice Braga: Oh, yeah! Chris é o último na minha lista. Então eu posso dizer que fiz toda a família Hemsworth. [Risos]
Latino-Review: Fale-me sobre Simon Pegg. No início, eu pensei que ele era um peixe fora da água por ser uma pessoa britânica na Austrália. Depois que eu pensei sobre isso, agora eu acho que você é o peixe de ser o brasileiro na Austrália.
Alice Braga: Completamente fora da água! Ele foi definitivamente muito mais do que eu esperava. Trabalhar com ele foi maravilhoso. Eu sinto que, assim que Simon entrou no projeto, eu estava tentando descobrir o tom que teria todo mundo junto. É louco e bonito ver como um ator que tem o poder de influência na definição do tom [de um filme]. Simon tem essa qualidade de ser um ator fenomenal em qualquer coisa que ele faz se é o drama ou a comédia. Ele trouxe esse tom para esta comédia gananciosa meio suspense, em que ele definiu muito bem. Ele é sarcástico. Ele é engraçado. Ele é violento. Ele tem todos esses pequenos truques, porque ele é tão bom no que faz. Além de ser um ser humano maravilhoso, ele é um cara maravilhoso e generoso. Ele é muito, muito humilde no set. Eu aprendi muito com ele. Ele escreve e realiza tantos projetos diferentes. É maravilhoso estar perto dele.
Latino-Review: Agora, que tal ser uma latina neste projeto? Você é praticamente a única minoria no filme.
Alice Braga: Eu nunca me senti assim. Eu fui a primeiro do elenco [contratada]. Eu senti como se estivesse incluída como parte de algo. Só ocorreu que eu era diferente pelo meu sotaque. Para mim, o desafio foi tentar entender australiano. Isso foi um desafio! Não era difícil entender o meu Inglês. Eles falam muito rápido e o inglês deles é difícil de aprender. Mas, sim, foi bom.
Latino-Review: Conte sobre como foi trabalhar na Austrália. Durante todo o filme, a Austrália estava linda. E parecia não haver muitas pessoas ao redor.
Alice Braga: Nós filmamos em torno de Margaret River [na Austrália]. É a duas ou três horas de Perth, na Austrália. É uma bela área de vinhedos. Foi um ótimo local para filmar. A equipe australiana é incrível. Eles têm uma boa vibe. Eles estão fazendo um monte de filmes em Perth, na Austrália Ocidental. Também foi maravilhoso ter a chance de trabalhar com diferentes culturas. Eu adoro trabalhar no estrangeiro longe do meu país. É essa oportunidade de trabalhar em diferentes culturas, com diferentes tipos de tripulações. É muito bom estar em torno deles, porque eles são agradáveis, muito animados sobre o que eles estão fazendo. Aprendi muito e foi muito divertido.
Latino-Review: Qual foi a coisa mais importante que você tenha retirado da cultura australiana que você absolutamente, absolutamente amou?
Alice Braga: Oh, meu Deus! Eles sabem beber. Eu aprendi muito sobre como beber com essas pessoas. [Risos] Eles são muito poderosos em sua bebida. [Risos]
Latino-Review: Eu pensei que os sul-americanos são bebedores muito poderosos. Eu estive na América do Sul.
Alice Braga: Nós somos! Até que eu fui para a Austrália! [Risos] Cuidado! Eles são poderosos.
Latino-Review: [Risos] O que você acha que foi o maior desafio ou dificuldade neste projeto?
Alice Braga: Encontrar aquele tom no filme uma vez que a minha personagem era a única que não estava realmente naquela vibração ávida da comédia. A história toda gira em torno do “assassinato” do meu personagem. É muito diferente do que Teresa [Palmer], Sully [Stapleton] e Simon estão fazendo. Acho que era um desafio. Eu tento não pensar demais. Então, eu tentei seguir o que Kris tinha dado a mim e estar no momento.
Latino-Review: Você pode me dizer sobre seus próximos projetos?
Alice Braga: Sim, eu fiz esse filme que mencionei anteriormente chamado, "By Way of Helena." O nome do diretor é Kieran Darcy-Smith. Ele é um diretor australiano, meio divertido. É um filme de época. Eu não sei quando ele vai ser liberado. Eu filmei um piloto de uma série nos EUA, que está atualmente em pós-produção e eu preciso voltar para alguns ajustes. O nome é "Queen of the South", baseado em um livro escrito pelo espanhol Arturo Perez-Reverte. Atualmente estou lendo um par de scripts. Há ainda dois filmes no Brasil, que são pequenos projetos independentes que tenho feito. Eu estou nomeada para um Emmy digital, com a série que eu dirigi para o YouTube sobre o jogador de futebol brasileiro chamado Neymar Jr. Estou nomeada com o meu amigo que dirigiu comigo cujo nome é Felipe Braga. Nós temos o mesmo sobrenome, mas não somos da mesma família. Então, eu ainda estou lendo alguns scripts e descobrindo os próximos passos para este ano. Eu ainda estou esperando para saber se o piloto vai ser aceito, porque eu teria que trabalhar nisso e ficaria incapaz de filmar meus outros filmes. Eu ainda estou tentando descobrir o resto do ano.
Latino-Review: Terrível. Você parece tão ocupada.
Alice Braga: [Risos] Tipo isso. Eu amo! Eu adoro trabalhar.
Latino-Review: Uma última pergunta, agora que você é uma estrela internacional tendo filmado no Brasil, Estados Unidos e agora Austrália - onde é que você aproveita melhor o trabalho?
Alice Braga: É tão difícil [responder a essa questão]. Cada lugar traz-lhe alguma coisa. Eu filmei no México há 10 anos. Foi muito divertido. Isso é algo que ainda está em meu coração. É difícil dizer. Uma vez que você está em casa, então você está em casa. Portanto, é difícil não falar do Brasil. Ao mesmo tempo, uma vez que você está filmando "Eu Sou a Lenda", em Nova York dentro de um estúdio enorme para uma grande produção para fugir de monstros, era como estar na Disneylândia. É uma pergunta muito, muito boa. É difícil equilibrar. Onde quer que eu estou filmando, eu estou feliz. Eu sinto que um set de cinema é o lugar que eu tenho mais amor no mundo, não importa o quê. Isso é o que eu amo fazer. Eu sempre fico feliz quando estou filmando. Não importa onde eu vou ser feliz nesse filme.
Latino-Review: Só por curiosidade, onde você considera sua casa agora?
Alice Braga: Los Angeles. Eu me mudei para Los Angeles, finalmente, no ano passado, e aluguei um lugar aqui. Engraçado, eu tenho apenas viajado nos últimos seis meses. LA é agora o meu lar. Mas, o Brasil será sempre considerado também uma casa desde que eu tenho um apartamento lá. É para onde eu sempre vou depois de terminar um projeto para visitar minha família - mãe, pai e minha irmã. Mas L.A é a minha base agora.
Latino-Review: Foi um prazer falar com você. Quero desejar-lhe boa sorte em todos os seus projetos e espero que eu consiga falar com você de novo.
Alice Braga: Muito obrigado. Espero falar com você de novo para outro projeto.
"Mate-me três vezes" está disponível como VOD e no iTunes hoje. 
Fonte: Latino-Review

Infelizmente ainda não saiu nada sobre o lançamento do filme no Brasil. É aguardar.
E fotos da première do filme em Los Angeles há alguns dias atrás, em breve mais fotos e sem tag:


E alguns vídeos - da première que estava ventando horrores, e a Alice super com medo do negócio cair na cabeça dela...
Fonte: MaximoTV

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

POSTAGEM DE 2015

FELIZ ANO NOVO - QUE JÁ ESTÁ VELHO...
Estou voltando a postar novidades sobre a Alice...


 A grande novidade desse fim de ano, basicamente foi:
São Paulo - O canal norte-americano USA Network contratou a atriz brasileira Alice Braga para protagonizar a série Queen of th South, após o sucesso de audiência da novela La Reina del Sur, exibida em 2011 pela rede Telemundo.
Este será o primeiro grande papel da brasileira na TV norte-americana após atuar em alguns sucessos no cinema, como Eu Sou a Lenda, Na Estrada e Ensaio Sobre a Cegueira.
Com produção da Fox Television Studios, Queen of the South é centrada na história de Teresa Mendoza (Alice), uma traficante de drogas mexicana que busca refúgio nos Estados Unidos após ver seu namorado ser assassinado em seu país.
Na terra do Tio Sam, Teresa busca vingança contra os responsáveis pela morte de seu namorado e acaba se tornando líder de um cartel. Inteligente e perspicaz, ela consegue se esquivar das ameaças até se tornar uma das mulheres mais ricas do mundo.
A série é inspirada no best-seller homônimo de Arturo Perez-Reverte (2002), e terá roteiro assinado pela dupla M.A. Fortin e Joshua John Miller, com produção-executiva de David Friendly e Pancho Mansfield. A data de estreia ainda não foi divulgada, mas a trama deve ser lançada no segundo semestre desse ano.

Adaptado de: http://new.d24am.com
 - Saiu também o trailer de Kill me 3 times que é meio ação, meio comédia.
Após "Elysium", Alice Braga será cantora em filme australiano
Alice Braga está no elenco do filme "Kill Me Three Times"
Estrela de "Elysium", a brasileira Alice Braga está no elenco de mais um filme internacional.
"Kill Me Three Times", do diretor australiano Kriv Stenders ("Cão Vermelho" e "Boxing Day") já tem no elenco Simon Pegg, Sullivan Stapleton, Teresa Palmer, Bryan Brown, Callan Mulvey e Luke Hemsworth. Alice Braga fará o papel de uma cantora. O trabalho inicial de fotografia começou já nesta semana na região de Perth, no sudoeste da Austrália Ocidental. O roteiro original é do novato James McFarland.
"Kill Me Three Times" se passa em uma cidade ensolarada da Austrália, onde uma jovem cantora (Alice Braga) é o fio condutor de três contos sobre assassinatos, chantagem e vingança.
Caso não consiga visualizar o trailer clique em: 
http://omelete.uol.com.br/filmes/noticia/kill-me-three-times-simon-pegg-quer-matar-alice-braga-no-primeiro-trailer-do-longa/
Simon Pegg fará o papel de um assassino e Sullivan Stapleton foi escalado para viver um viciado em jogos. Luke Hemsworth (irmão do Liam de 'Jogos Vorazes' e do Chris de 'Thor') interpreta um surfista local que demonstra o interesse amoroso no personagem de Alice Braga.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Alice Braga vai participar de festival de cinema na China

                                                 
Alice Braga tem pouso certo no mês de novembro. A atriz estará no BrazilFilm, em Beijing e Shangai, na China, ao lado do diretor Felipe Braga, do longa Latitudes, o qual Alice também produziu. O filme foi lançado no formato de uma websérie e estreou nos cinemas brasileiros em fevereiro de 2014. O evento, sob a batuta de Anamaria Boshi, foi criado em 2010 e reúne cerca de seis mil pessoas. "Essa iniciativa é uma tentativa de tornar Beijing e Shanghai referências na promoção do cinema brasileiro na Ásia. O evento também estimula o intercâmbio cultural e econômico entre Brasil e China e incentiva a inclusão de filmes brasileiros em prestigiados festivais internacionais", diz Anamaria. O festival levará sete longas e três curtas que serão exibidos durante 10 dias, além de seminários e debates.
O BrazilFilm também formou uma parceria com o Cinefoot, o Festival de Cinema de Futebol, com a exibição do documentário Pelada – Futebol na Favela, de Alex Miranda.
Felipe, Alice e Daniel de Oliveira estiveram em oito cidades de diferentes países para rodarLatitudes, dividido em oito episódios - um 'projeto transmídia', ou seja, série e websérie, sobre a história de amor vivida por uma editora de moda e um fotógrafo que vão se encontrando em diferentes lugares do mundo.

Novidades da Alice:


Alice na estreia de El ardor em Cannes
Fonte: Ego
                     
A atriz brasileira Alice Braga viverá pela primeira vez uma protagonista na televisão norte-americana. Ela será a protagonista de Queen of the South, série do Universal Channel. Na trama, Alice interpretará Teresa Mendoza, uma mulher que se refugia nos Estados Unidos após a morte o irmão que lidava com tráfico de drogas no México. O piloto da série ainda será produzido, por isso, o seriado ainda não tem previsão de estreia. A história é baseada no best seller La reina del Sul do espanhol Arturo Pérez-Reverte, lançado em 2002. O romance chegou a virar uma telenovela exibida pela Telemundo.

Fonte: Jornal de Pernambuco/ The Hollywood Reporter

terça-feira, 21 de outubro de 2014

TPM 2008

           Alice em (da esquerda pra direita): Território Restrito; Cidade Baixa; Cidade de Deus; Ensaio sobre a cegueira; Só Deus Sabe; Via Lactea; Eu Sou a Lenda; Em doze horas ate o amanhecer (2006) e nos bastidores de Cabeça a Prêmio.


Tem um mistério na sensualidade da Alice Braga: não se sabe de onde ela vem. É um tipo de constatação que pode parecer deselegante, visto que se aplica com mais freqüência àquela categoria de mulheres que nós, pobres animais com trombas, classificamos como canhões. Evidentemente que a Alice não se encaixa nesse padrão bélico de beleza, muito pelo contrário. Ainda assim sua sensualidade tem esse mistério original. Se ela tivesse o crumbiano bundão, por exemplo, de uma Rosana Jatobá (a mulher do tempo), poderíamos cravar: é da retaguarda que vem a luz. Mas esse não é o seu caso. Também o rostinho, lindo, não pode ser inteiramente responsabilizado pelo fato de a Alice Braga ser tão sensual. Isso porque ele não passa no teste da cara metade. Faça você mesmo: com uma folha de papel, esconda metade do rosto da Alice. Visualize bem. Repita com o outro lado. Vai ver que uma parte é diferente da outra, sendo a da esquerda muito mais bonitinha que a da direita. Pessoas verdadeiramente bonitas, homens ou mulheres, têm metades de rosto iguais, é o que reza esse controvertido Inmetro facial. A Alice, podemos dizer, é uma mulher de esquerda.
A mulherada, essa raça superior, dirá ser a sensualidade um atributo que paira acima do quadril e até mesmo do busto. Sei, sei... O segredo da Alice Braga, então, seria um só: com 1,62 metro, estamos diante de uma mulher superpoderosa, o que por si só desperta nos outros um frio na barriga. Verdade que superpoderes conferiram a Margareth Tatcher, Condoleezza Rice e Dilma Roussef a sensualidade de uma porta. Mas quem são as três damas diante da Alice Braga, que fez Cidade de Deus logo na sua estréia? Ave-maria uma coisa dessa! Podia se aposentar como um J. D. Salinger, autor de um livro só e por cima da carne-seca. Não se bastando com isso, no entanto, ela fez também Ensaio sobre a Cegueira, Cidade Baixa, O Cheiro do Ralo e meia dúzia de produções internacionais – em Eu sou a Lenda, contracena com Will Smith. Na edição de março da Vanity Fair, ela aparece na segunda parte da capa tripla da revista americana como uma das dez “fresh faces” de Hollywood. A foto é de Annie Leibovitz, a melhor e mais famosa fotógrafa do mundo. Então está resolvido: além de ter mãos (e, por isso, supostamente pés) muito bonitas (além dos cabelos), Alice Braga é sensual porque é muito fodona, é muito fodona porque é sensual. E por aí vai, constituindo-se assim uma bola-de-neve.
Aquela menina, a Lili 
Aos 25 anos, Alice acaba de filmar Cabeça a Prêmio, baseado em livro homônimo de Marçal Aquino. É seu 12º longametragem, além de dois curtas e apenas um programa de TV – Carandiru, Outras Histórias, de 2005. Cabeça a Prêmio reservou para Alice, bem, um prêmio: sua mãe de verdade, Ana Maria Braga, vem a ser a progenitora também na película dirigida por Marco Ricca. Ana é atriz de teatro desde os 14 anos, tendo atuado sobretudo em musicais – fez, por exemplo, Ópera do Malandro, a peça de Chico Buarque encenada com grande sucesso em 1978. A bem da verdade, já tinha pendurado essa chuteira fazia muito tempo. Foi novamente escalada quando o Marco Ricca se deu conta de que o Fulvio Stefanini era por demais branco e de olhos azuis para ser, em carreira solo, o pai da Alice (segundo a própria, “neguinha, morena e baixinha”). Sendo necessário encontrar uma mãe com tais características, convocou-se então a Ana Maria Braga – que, melhor esclarecer para não queimar o filme, nada tem a ver com a Ana Maria Braga da televisão, cujo parceiro é um papagaio, fazendo supor que cada um tem o Fulvio Stefanini que merece.

Foi com Ana Maria Braga, a mãe, que Alice trabalhou como atriz nas primeiras vezes. Ana, que tinha abandonado os palcos, tornou-se uma respeitável profissional de propaganda, dirigindo inúmeros filmes comerciais. E começou a levar a Alice, então com uns 5 anos de idade, para os sets de filmagem. Nos lendários estúdios da Companhia Vera Cruz, transformados em uma grande floresta, a pequena Alice Braga pôde assistir ao vivo às atuações de Ronald McDonald – coadjuvado por seu Sancho Pança, o esquecível Papa Burger. Muito extrovertida, falando pelos cotovelos (é assim até hoje), foi sendo introduzida aqui e ali, em pontas nas propagandas de TV. Fez comerciais de Neston e da C&A. Mais tarde, sob a direção de Fernando Meirelles, gravou um anúncio da Intelig. Na semana seguinte, precisando formar uma família para o açúcar União, Meirelles ordenou: “Chama de novo aquela menina, a Lili”. Não seria a primeira vez que o diretor se lembraria dela. Dentro de um táxi no Rio de Janeiro, conversando com a maquiadora Ana Van Steen, os dois trocavam idéias sobre a formação do elenco para Cidade de Deus. Meirelles procurava alguém para fazer o papel de Angélica, a gatinha disputada por Buscapé e Bené, o traficante gente fina. “Aquela menina”, disse ele. “A Lili.”
Não apenas o Meirelles e a Ana Maria Braga transformaram a Alice na atriz bem-sucedida que ela é hoje. Nisso aí vai uma longa tradição: Alice é apenas mais uma artista numa família de artistas. Sônia Braga, ela mesma, é sua tia, irmã da Ana Maria Braga. Falemos disso depois. Uma outra tia trabalha com música. Uma prima, Dani Braga, sobrinha da Ana em primeiro grau, é diretora deA Grande Família e assistente de direção do longa Madame Satã. Há um outro primo que é músico. Um tio é artista plástico. Sua irmã, que foi estudar direito internacional na Austrália, voltou com um diploma, mas do curso de cinema. Mesmo o pai, o jornalista Ninho Moraes, é um apaixonado pelas produções literárias e cinematográficas, de forma que a Alice “não poderia realmente ter saído uma economista”.

É tudo culpa da avó
A culpada de tudo isso é a mãe da Ana Maria Braga, a Zezé Braga. Foi ela que iniciou esse flerte da família com o universo da arte. Costureira, fazia também figurinos para peças de teatro, sendo muito conhecida na cena cultural da cidade. Foi a dona Zezé que vestiu os personagens de O Beijo da Mulher Aranha, que mais tarde viraria filme sob direção de Hector Babenco e, veja como são as coisas, com a Sônia Braga no elenco. O marido da Zezé, por outro lado, não tinha nada de artista. Mas sobrava a ele inventividade. Nascido em Penedo, interior de Alagoas, o avô da Alice foi o escolhido pela família para fazer faculdade em Salvador. Como eram todos muito pobres, ele deveria se formar em medicina e depois ajudar os outros, ou seja, os nove irmãos. Fizeram uma vaquinha e ele foi. Lá chegando, porém, teve uma idéia: “Para que fazer um curso de medicina se eu posso abrir uma fábrica de panelas?”. De fato. E assim nasceram as panelas Penedo, onde cada um de nós já cozinhou o seu miojo. O lance é que o marido da Zezé morreu cedo e as filhas tiveram de ir à luta, tendo a Sônia Braga ficado pelada em Hair tão logo chegou à maioridade.

A Alice Braga talvez já esteja cansada das comparações com a sua tia – mas “não, sabia que não?”. Então tá. Você tem o corpo parecido com o da Sônia Braga? “Acho que não. Eu sou mais mignon.” A Sônia é mais gostosona? “A Sônia tem mais coxa.” Ela é a primeira a vender lá fora essa imagem da brasileira com quadril largo, bumbum... “Engraçado, no meu primeiro filme gringo, Eu Sou a Lenda, estava tão magra que pesava 46 quilos. Não tinha bunda nem peito. Ou seja, eu sou a brasileira que não é brasileira.” Não apenas as medidas diferem a Sônia da Alice. Por não ter feito quase nada de televisão, a Alice não se sente famosa. Nas poucas vezes em que é abordada com um pedido de autógrafo, nunca sabe direito o que escrever. No arremate do texto, é acometida sempre pela dúvida: “Beijos, beijo grande ou boa sorte? Sei lá”. Embora reconhecida em Hollywood, essa Alice sem fama tem a vantagem de continuar a mesma: vive em São Paulo, torce (de verdade) para o Palmeiras, prefere o cheese salada do Hamburguinho e só escuta rock. Ficou apenas mais sensual, não se sabe por quê.

Fonte: http://revistatpm.uol.com.br/83/perfil_alice/home.htm

Vladimir Brichta fala sobre 'Todos os homens num só'

O  ator Vladimir Brichta falou sobre o filme 'Muitos Homens num só' em que contracena com Alice, que está em exibição na mostra de SP. Confira as partes onde ele fala sobre o filme e cita Alice para o G1. 


Quis trazer 'algo de pop' para filme de época, afirma Vladimir Brichta
Na Mostra de SP, ator divulga thriller policial 'Muitos homens num só'.
Ele diz que se baseou no Leonardo DiCaprio de 'Prenda-me se for capaz'.

Ao lançar seu primeiro filme de época, Vladimir Brichta conta que o mais difícil foi fazer seu personagem instigante para os que não são vidrados em História. "Não queria um filme que agradasse a minha irmã, que é historiadora, mas que agradasse ao grande público", diz ao G1. Exibido no Cine PE, em Recife, "Muitos homens num só" tem sua última sessão na Mostra de Internacional de Cinema de SP nesta terça (21). Ainda não há data de estreia.
No primeiro longa de ficção da diretora Mini Kerti, Vladimir interpreta Artur Antunes Maciel, ladrão do início do século 20 que é inspirado em personagens de vários livros de João do Rio, em especial o romance "Memórias de um rato de hotel" (1912).
Gaúcho, de família rica, Artur hospedava-se com nomes falsos nos hotéis do Rio para roubar. Fingindo-se como doutor Antonio, ele vive um romance com Eva (Alice Braga), desenhista casada com Jorge (Pedro Brício), um homem ambicioso e pouco atento aos interesses de sua mulher. Félix Pacheco (Caio Blat), diretor do Gabinete de Identificação, decide pôr um fim ao reinado do "rato de hotel".
 Vladimir Brichta e Alice Braga em 'Muitos homens num só' (Foto: Divulgação)
G1 - Você já tinha feito algum trabalho dramático de época antes? O que foi mais desafiador neste filme?
Vladimir Brichta - Nunca tinha feito drama de época com esse rigor que o filme foi feito e que o cinema pede. Conversando com a Mini [Kerti] e com a Alice [Braga] no set, eu repetia que não queria fazer um filme que agradasse a minha irmã, que é historiadora, mas que agradasse ao grande público. Não queria que fosse um filme que ficasse tão fiel à época que acabasse sendo um retrato histórico. Achava que podia ter algo de pop, de popular mesmo, de flertar com uma linguagem que tem o romance, a história de amor, perseguição, thriller policial. O filme tem uma direção de arte muito bonita e bem executada. É um filme de orçamento baixo e conseguiu um resultado muito impressionante. A fotografia ajudou muito nisso.
O próprio Rio de Janeiro é um cenário. Tudo isso ajudou a entrar nessa atmosfera. A parte mais difícil para mim foi fazê-lo crível, pertencente àquela época, mas instigante para o público de hoje. Não temos registro das pessoas sendo filmadas conversando no meio da rua de forma espontânea. Temos a literatura do início do século passado, mas eu não queria endurecer a fala desse indivíduo. O cara era um ladrão, andava pelas ruas, se envolvia com prostitutas, ele não era tão formal assim. De resto, contracenar com a Alice e contar uma história foi muito agradável. A Mini é uma diretora que, além de muito talentosa, tem um domínio do set muito bom. Ela sabia a história que há muitos anos já tentava fazer. Ela tinha calma para lidar com o pouco tempo que a gente tinha. Filmamos em um mês.
 Alice Braga, Vladimir Brichta e Pedro Brício em 'Muitos homens num só' (Foto: Divulgação)
G1 - Como surgiu o convite? O que te atraiu a fazer o papel?
Vladimir Brichta - A ideia de fazer um drama de época era instigante. A ideia de trabalhar com a Mini na sua primeira ficção também. Eu já participei do primeiro longa de alguém outras três vezes e isso tem algo de muito legal porque envolve uma paixão e um desejo contido de longa data dos diretores. Tem algo bastante autoral no primeiro trabalho. O fato de trabalhar com a Alice [Braga], que é uma atriz que eu admirava e temos muitos amigos em comum. E o roteiro obviamente. Quando li esse universo fantasioso do João do Rio, que eu conhecia pouco, me interessei muito. Tive que entrar em contato com o Rio de Janeiro de um século atrás. Fiz uma ressonância do roteiro e os filmes a que eu assisti e que me inspiraram foram "O talentoso Ripley" [1999, com Matt Damon] e "Prenda-me se for capaz" [2002, com Leonardo DiCaprio].
G1 - O filme foi exibido em Recife e levou vários prêmios, incluindo o seu de melhor ator. Como você vê o papel dos festivais de cinema no Brasil? Levar prêmios realmente ajuda a dar visibilidade aos filmes?
Vladimir Brichta - Os festivais são uma forma do filme passar por algum tipo de critério e começar a ser visto. Mas o público de festival é um pouco diferente no sentido de ser mais crítica. Hoje a gente vive uma efervescência de festivais no mundo afora que dão visibilidade. E no meio de tantos festivais, claro que alguns dão mais destaque e têm mais peso. Num cenário nacional, certamente o de Pernambuco é um dos mais representativos. Em Recife também tem o Janela [Internacional de Cinema]. Ter passado pelo Cine PE e ter sido tão bem recebido é um incentivo muito importante, além da alegria e do reconhecimento, para um filme de médio porte. A gente vive hoje no Brasil uma ausência dos filmes médios, que fazem um bom público, mas que não chega a 1 milhão. O mercado está muito pautado nas comédias que fazem alguns milhões de espectadores e que certamente são um benefício e uma conquista para o cinema nacional. Mas esses filmes têm que puxar uma fila para os filmes médios e pequenos. Por isso eu sou uma pessoa empolgada com os festivais.

Confira a entrevista completa aqui: http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2014/10/quis-trazer-algo-de-pop-para-filme-de-epoca-afirma-vladimir-brichta.html

Fonte: Adaptado do G1

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Premiere cidade baixa

Trazendo imagens da Alice - que maquiagem bem feita! - na premiere de CIDADE BAIXA (Low City) em Nova York no ano de 2006. Na segunda foto ela está com a top Izabel Goulart: