Mostrando postagens com marcador ensaio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ensaio. Mostrar todas as postagens

domingo, 20 de maio de 2018

Entrevista da Alice para a Cosmopolitan Brasil

Resultado de imagem para alice braga cosmopolitan
Ano passado, Alice Braga recebeu e-mail de uma companhia aérea americana informando que ela havia passado 158 horas dentro de seus aviões em 2017 – o equivalente a cerca de três voltas ao mundo. Quem aí se lembrou do filme Amor sem Escalas, de 2009? Assim como o personagem de George Clooney, a carreira de Alice também a faz viver numa ponte aérea entre Estados Unidos e Brasil.

“Se estou no Brasil, fico com saudade das pessoas que estão em Los Angeles, e vice-versa”, conta. “Dos 20 aos 34 anos, trabalhei muito, estava sempre viajando, conhecendo gente, mas distante dos amigos, dos casamentos, das festas. É superdifícil: ganham-se coisas novas, mas perdem-se outras, como o nascimento do meu afilhado. Mas encaro de maneira tranquila, sou feliz em fazer o que amo, que é atuar.” Alice se divide entre a casa da irmã, em São Paulo (“De onde venho e para onde volto”), e Los Angeles – “Faço muito teste lá”.

Na capital paulista, não deixa de ir com os amigos aos botecos da Vila Madalena. “Passo tanto tempo fora que quero ouvir e contar as histórias.” Em Los Angeles, gosta dos cinemas (“Há boas salas lá”), de ir a shows (no ano passado, passou seu aniversário no Coachella, festival de música no deserto californiano), ao Walt Disney Concert Hall (um dos cartões-postais da cidade) e de pegar praia em Malibu.

Em uma das apertadas passagens pelo Brasil, conseguiu encaixar na agenda esta sessão de fotos e entrevista para a COSMO. Os parágrafos acima, que descrevem uma vida glamourosa e descolada, poderiam dar a impressão de que a atriz é do tipo que anda com uma equipe gigante, digna da atriz de Hollywood que frequenta tapetes vermelhos – como de fato faz.

Mas que nada. Alice chegou sozinha para as fotos desta edição e foi se apresentando para toda a equipe, de um em um (“Oi, eu sou a Alice!”), como se não a reconhecêssemos de filmes como Cidade de Deus (2002), Eu Sou a Lenda(2007), que protagonizou com Will Smith, ou Elysium (2013), em que contracenou com Matt Damon. Tranquila, falante e low profile, ela está a quilômetros de distância do estereótipo da atriz de Hollywood, onde atua há mais de uma década, mas sem tirar um pé do cinema brasileiro.

Mas não dá pra se enganar pela simplicidade da paulistana. Sua vida é, sim, agitada. No mesmo dia, embarcou para Dallas para gravar a terceira temporada de A Rainha do Sul, série americana em que vive uma chefe do tráfico de drogas, disponível no Brasil pela Netflix – a terceira temporada estreia em junho nos EUA. Ela segue ocupada com as gravações da produção (que inclui dez dias no Mediterrâneo, em Malta) até junho.

Ironicamente, Alice, 34 anos, conheceu sua personagem, Teresa Mendoza, há dez anos, quando leu A Rainha do Tráfico (2002), livro de Arturo Pérez-Reverte sobre a trajetória da mexicana que dominou o narcotráfico no sul da Espanha e que chegou para ela sem querer, pelas mãos de uma amiga. A história, conta a atriz, quase ganhou uma versão para o cinema protagonizada por Eva Mendes, que acabou engavetada, seguida por uma adaptação para uma telenovela de sucesso mexicana, com Kate del Castillo. “Quando me ligaram oferecendo o papel, falei: `Calma, não pode ser a mesma história que li há dez anos e amei.'” Era.

Alice também narra o documentário Awavena (sem data de estreia por aqui), sobre o povo indígena iauanauá, do Acre. Dirigido pela australiana Lynette Wallworth, o filme estreou no festival de Sundance em janeiro e foi exibido no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), no mesmo mês. Filmou ainda, em julho e agosto de 2017, Os Novos Mutantes, spin-off da franquia X-Men que tem estreia prevista para o início de 2019. No longa, interpreta a médica Cecilia, tutora de cinco jovens mutantes, guiando-os nesse novo universo. “É bem diferente de tudo o que já fiz: ela é rígida, dura, recatada”, conta. “Sempre gostei muito dos X-Men porque é uma série bem metafórica sobre aceitação e sobre dar voz às minorias.”

Enraizada em Hollywood, ela foi uma das 300 mulheres (entre atrizes, diretoras e outras profissionais do meio) que assinaram a carta publicada em 1º de janeiro no The New York Times com o manifesto do Time’s Up, que abalou a indústria do entretenimento com denúncias de casos de assédio em Hollywood, além de ser uma plataforma para ajudar vítimas de assédio sexual no trabalho.

“Nunca sofri um assédio da forma como as atrizes que vieram à frente contar. Mas acho que acabamos aturando pequenos abusos e passando batido por ser algo a que a gente já está quase acostumada. E a repetição disso é agressiva”, diz. “O mais interessante no Time’s Up é que o fundo não apoia só as pessoas da indústria, mas mulheres de vários segmentos que não tenham a voz de uma atriz conhecida e que continuam vivendo em uma sociedade opressiva, separatista”, defende. “E não deixa de ser um abuso se você não tem chance de ascender na empresa em que trabalha”, diz.


Da Escola para o set


Atuar era um caminho natural para Alice. Ela vem de uma família de atores e diretores. Além da tia Sônia Braga, que dispensa apresentações e chegou a Hollywood na década de 80, quando estrelou O Beijo da Mulher Aranha (1985), tem outros dois tios atores (Helio e Julio Braga) e uma prima (Daniela Braga), que já dirigiu séries da Globo, como Tapas & Beijos e A Grande Família. Sua mãe, Ana Braga, era atriz e passou a trabalhar como assistente de direção. A Kombi então buscava Alice no colégio e a levava para os sets de filmagem. “Cresci vendo o por trás da câmera. Sempre fui muito fascinada por esse universo.”

Na adolescência, passou a fazer comerciais com frequência. Em um deles, conheceu Fernando Meirelles, sócio da produtora paulistana 02 Filmes. E assim surgiu a chance de interpretar Angélica, de Cidade de Deus (2002), quando tinha 19 anos. Depois do filme, que concorreu a quatro Oscars, aproveitou e passou a fazer testes em Hollywood. “As portas foram se abrindo e fui me jogando.”

Alice chegou a cursar o 1º ano de comunicação das artes do corpo, na PUC-SP, mas acabou abandonando para atuar em Cidade Baixa (2005). No filme, premiado em Cannes, ela vive uma stripper, em um triângulo amoroso com os personagens de Lázaro Ramos e Wagner Moura. “É uma personagem complexa e das que mais amei fazer.”

Do longa, ela também guarda uma cena marcante que dividiu com Wagner. “Na hora, pensei: `É esse tipo de atuação que quero fazer’, foi um norte. Ele é uma referência.” O ator retribui: “Amo Alice. Me faz muito bem estar perto dela, sempre. Ela é uma luz, uma de minhas melhores amigas e uma das melhores atrizes do Brasil”, disse o ator em entrevista à COSMO.

Ao lado do ator, que, como ela, viveu um personagem latino em uma produção americana (Pablo Escobar, em Narcos, da Netflix), fez um painel no South by Southwest (festival de cinema, música e interatividade, em Austin, Texas), no ano passado, para debater a diversidade em Hollywood. “Na primeira temporada de A Rainha do Sul, os roteiristas eram dois homens americanos. Nada contra, mas não tinha um latino e uma mulher entre eles. E a série é protagonizada por uma mulher mexicana. Como vamos conseguir representatividade se nem atrás das câmeras temos isso?” No segundo ano do programa, conta, o roteiro passou a ser assinado por uma mulher.


Mão na massa


Além do desejo de interpretar, a juventude nos sets trouxe a vontade de trabalhar atrás das câmeras. E fez nascer a produtora Los Bragas, que criou com a irmã, Rita Moraes, e o diretor Felipe Braga (casado com Rita, o sobrenome comum é mera coincidência). “Ter uma produtora viabiliza os projetos em que acredito.” E, se precisar, ela vai até às reuniões de captação de recursos. “Amo! Adoro falar com as pessoas.”

Em 2014, a produtora foi indicada ao Emmy internacional na categoria Digital de Ficção por Latitudes, série protagonizada por Alice e Daniel Oliveira, filmada em oito países e exibido com conteúdos diferentes na TV paga e no YouTube. “Foi louco porque a gente fez isso em 2012, quando ninguém estava assistindo a streaming.” Repetiram a indicação em 2015, desta vez na categoria Digital de Não Ficção, com a série Neymar Jr: A Vida Fora dos Campos, exibida no canal do jogador no YouTube. “Passamos dez dias correndo atrás do Neymar. Só eu e o Felipe carregando o equipamento.”

No ano passado, lançaram um documentário sobre Thiago Soares, o brasileiro e ex-dançarino de hip hop que se tornou o principal bailarino do Royal Ballet de Londres. Agora, estreia Samantha!, série da Netflix sobre uma ex-celebridade mirim nos anos 80 interpretada por Emanuelle Araújo.


Anticelebridade


Dezesseis anos após sua estreia no cinema, com Cidade de Deus, Alice conta que está mais seletiva em relação aos trabalhos. “Como filmo Rainha do Suldurante cinco meses, só tenho outros sete livres no ano. Vou muito pelo que o coração me diz em relação ao roteiro, mais do que qualquer outra coisa”, diz.

Quem está próximo de Alice confirma seus métodos passionais de escolhas profissionais. “A Lili faz com a mesma dedicação o filme internacional, com megaprodução, em que ela tem maquiador e um trailer só para ela, e o longa de um diretor iniciante no Brasil, de baixo orçamento, em que a maquiagem é feita no banheiro do restaurante. É trabalho igual para ela”, diz a amiga Marina Person, apresentadora e cineasta.

Isso não quer dizer que ficou mais fácil. “Ainda fico nervosa quando faço testes. É muito difícil não ficar; se faço um, é porque gostaria de pegar o papel. E, querendo ou não, as pessoas estão te julgando. Hoje em dia, tento entender que talvez não seja a intérprete certa para essa personagem. E isso não quer dizer que eu seja boa ou péssima atriz.”

Ter atuado pouco na TV, diferentemente de grande parte das atrizes brasileiras, foi natural, conta, e não um caminho a ser evitado. “O cinema me chamou mais rapidamente, mas tenho muita vontade.” Alice quase participou da novela Belíssima (2005) e da série Amazônia – De Galvez a Chico Mendes (2007), mas sua agenda não deixou.

Estar longe da visibilidade da TV lhe deu uma vida mais low profile. “Ao mesmo tempo, sou muito tranquila, a garota da Vila Madalena, bairro onde nasci e vivo. Esqueço de postar em rede social. Vou em pré-estreia de filme quando é de amigo, dou entrevista quando tenho um projeto para falar”, conta. “Sou zero consumista em relação a roupa e maquiagem. Gosto só de ter o leave-in que comecei a usar no Rainha do Sul, meu rímel marrom, o demaquilante que curto. Não quero ter o carro do ano, sou muito mais simples e pé no chão. Gasto meu dinheiro com viagens.” A última foi para os paradisíacos Lençóis Maranhenses. Diferentemente daquele personagem de George Clooney, dá pra ver que Alice sabe aproveitar bem suas milhas acumuladas.

Fonte: Cosmo

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Alice na revista 29 horas

Alice é capa da revista 29 horas. A revista 29HORAS está disponível na sala de embarque e desembarque do aeroporto de Congonhas. Você também pode folhear pelo link do ISSUU. É só clicar nos prints abaixo, você vai ser redirecionado e pode ler a entrevista completa.

A entrevista é bem interessante. Alice fala sobre a carreira, seu novo documentário Awavena, e a revista conta que Alice assinou ao Time's up também! Se você tem estado em uma caverna nos últimos tempos, o Time's up é o movimento contra o assédio sexual no ambiente de trabalho.

Olha que linda:




domingo, 27 de agosto de 2017

Domingão

Aproveitando o fimde pra salvar algumas fotos da Lili no blog. Bom domingo!
Alice Braga.
#alicebraga #alice #braga #beauty #beautiful #pretty #cute #stunning #gorgeous #awesome #cantik #geulis #kawaii #kirei #oppai #piaoliang #hermosa #aika #yeppeun #meili

   Resultado de imagem para alice braga instagram
Resultado de imagem para alice braga qots
Pinterest

Resultado de imagem para alice braga qots
Revista Trip25 anos

Imagem relacionada
AfterEllen.com

segunda-feira, 27 de março de 2017

Alice através do espelho

                                  "Nenhuma nudez será castigada"
Revista @gizbrasil com Alice na capa! 
Lançada hoje 😁 
#alicebraga #gizbrasil


O dia em que a bela, inteligente, talentosa, internacional e indomável Alice Braga, atualmente a atriz brasileira mais bombada na gringa, posou para ensaio de cadeiras na GIZ

POR:ALLEX COLONTONIO
FOTOS:CHRISTIAN GAUL
MODA:ANA WAINER
BELEZA:GUI CASAGRANDE

Com talento avassalador que cruzou o Atlântico feito um meteoro e carimbou um quase inatingível green card em Hollywood, até se tornar fetiche para toda sorte de publicações, Alice Braga é um dos orgulhos nacionais mais legítimos numa era de crepúsculos ufanistas, em que nosso filme quase tostou lá fora entre escândalos políticos e decapitações democráticas.
Nascida em 15 de abril de 1983, em São Paulo, a “menina da Vila Madalena” deu de cara com a indústria do entretenimento na primeira infância. Cresceu em sets de filmagens com a mãe, a assistente de direção Ana Maria Braga (nada a ver com a loira e seu inseparável Louro José). O pai, o jornalista Nico Moraes, apoiava. E ela correu atrás. Contracenou com Wagner Moura (Cidade Baixa, 2005), Will Smith (Eu Sou a Lenda, 2007), Julianne Moore (Ensaio Sobre a Cegueira, 2008), Harrison Ford (Território Restrito, 2009), Adrien Brody (Predadores, 2010), Jude Law (Repo Men, 2010), Anthony Hopkins (O Ritual, 2011), Gael García Bernal (O Ardor, 2014) – só para citar alguns.


Abocanhou prêmios importantíssimos e teve um número incontável de indicações nesta e em outras terras. É também a segunda brasileira (a primeira é a pouco falada Morena Baccarin, no ar em Gotham) a protagonizar uma série de TV norte-americana: Queen of the South, onde interpreta uma chefe latina do tráfico nos EUA.
Nas paralelas, é uma das três cabeças por trás da Los Bragas, produtora bacanuda que toca ao lado da irmã e do cunhado.
Alice nunca se debruçou à sombra da tia famosa que ajudou a pavimentar a estrada para ela (e para todos que viriam depois de O Beijo da Mulher-Aranha, longa de Hector Babenco que funcionou como coiote para a carreira de Sonia Braga passar facinho pela imigração, em 1985).

Conquistou, sozinha, seu lugar ao sol. E, duas semanas antes do Natal, apertamos o play numa operação de guerra para fotografá-la. A oferta para a nossa capa partiu de sua própria entourage e, mais do que instantaneamente, furamos a fila para eles. Apesar disso, as tratativas foram desgastantes, calcadas por lombadas, loopings, bifurcações, conflitos de interesses entre equipes e cancelamentos que, por muito pouco, não me causaram um AVC.
Tamanha foi a blindagem em torno da atriz, com mandos e desmandos impublicáveis (um dia conto tudo pra vocês lá no portal) que, no dia do shooting, esperava receber uma prima donna intratável. Errei feio. Poucos minutos depois, a Alice que desponta no estúdio reluz feito um raio de sol. Veste blusa azul de alcinhas, uma pantalona fresh e rasteirinhas. Parece pronta para a foto: cabelos soltos, olhões expressivos, sorrisão farto. Linda, cativante, absolutamente easygoing. Cumprimenta um por um com beijinhos e me abraça como se fôssemos velhos amigos. Transita pelo backstage interessadíssima nos móveis (curadoria feita a partir das formas mais voluptuosas da história do desenho industrial, que compunham o moodboard “mobília para vestir”, conceito deste ensaio que se conecta ao tema Nenhuma Nudez Será Castigada). Reconhece algumas peças, quer saber sobre outras. “Essa é do Sergio Rodrigues, né? Amo! Aquela é do Philippe Starck?”.

Christian Gaul, uma das lentes mais incensadas da fotografia nacional, se senta na poltrona Cone Heart Chair e mostra a pose que imaginou para a capa. A entourage acha aquilo muito vulgar, que não tem nada a ver com ela. Todos contestam e o pseudo-veto é voto vencido. Ela comemora ao ver o take no monitor: “Wow! Diz que essa vai ser a capa, por favor?”. É claro que foi.
“Na próxima encarnação, quero voltar pelo menos dez centímetros mais alta”, brinca enquanto a stylist tenta ajustar as barras de alguns vestidos. Alguém diz que não precisa de nem um milímetro a mais. Concordo: tal e qual a Marina Morena da canção do Caymmi, ela é linda com o que Deus lhe deu. Do alto de seus 1,63 metro, tem uma pele imaculada à prova de qualquer Fresnel ou high resolution, e um sorriso que desata qualquer nó. Olha sempre no olho da gente, sem desviar e sem fazer média. Inteligente e articulada, também é leve, zen. Aparenta ter menos de um porcento de gordura no corpo e cada músculo delineado escultoricamente reflete um estilo de vida saudável de alguém que se cuida de dentro pra fora e de fora pra dentro.
Hora de fotografar na poltrona Bowl de Lina Bo Bardi. Alice corre descalça pelo estúdio: “Só aguento o saltão na hora da foto, fiz agachamento ontem e tá tudo dolorido”.

Como na Roma Antiga, àquela altura, a entourage e o crew de GIZ estão se digladiando na arena – ambos em busca da foto perfeita, cada qual com seus argumentos e paranauês. Alice, profissionalíssima, dá o melhor de si e estrela uma sequência espetacular de caras, bocas, dentes e músculos – ainda que em apenas quatro ou cinco das dezenas de móveis espetaculares que pinçamos a dedo para ela, e que a entourage vetou ao classificar como “catálogo de cadeirinhas”, apesar das negociações prévias.
Alice posa para selfies com todo mundo. Se despede e agradece, diz que adorou e nos deixa, pontualmente, às 16h daquela terça-feira quente de dezembro, quatro dias antes da visita de Santa Claus.
Não tive direito à entrevista cara-a-cara pré-acordada (ela responderia dias depois, por e-mail, via entourage) e 288 fotos das 301 clicadas foram sumariamente gongadas pela turma. Mas Alice, por si só, segura a onda e estampa essas páginas com graça, categoria e boas vibrações. O resto são miudezas.


Fonte: GizBrasil

Pequenas novidades sobre QOTS e mais

Vamos começar essa semana e terminar essa segunda com essa imagem linda:
Alice Braga e Wagner Moura em Austin, para falar sobre diversidade em Hollywood, no SXSW. 😊 🎬 👏
#alicebraga #wagnermoura #losbragas #apexbrasil #sxsw
E mais algumas imagens do evento que Alice compareceu semana passada:
Nick Offerman photobomb, Alice Braga & Wagner Moura
.
.
#sxsw #sxsw2017 #sxswfilm #nickofferman #parksandrec #ronswanson #ronswansonapproved #narcos #wagnermoura #brazil #alicebraga #iamlegend #redcarpet #funny #hilarious #instagood #instamood #instadream #instafunny #photographer #photocrew
Wagner, Alice e Nick Offerman
Wagner Moura e Alice Braga hoje no SXSW discutiram sobre a participação de latino-americanos nas produções de Hollywood. 
O SXSW não é só interatividade. Na verdade ele foi iniciado como um festival de música. Hoje congrega tecnologia, interatividade, música e cinema. #wagnermoura #alicebraga #sxsw #movies #filmbadge
Alice Braga! 
No painel do @sxsw 😁🎬 ✌
Foto: Diego Donamaria/Getty images 
#alicebraga #sxsw #losbragas #apexbrasil
Miga, sua louca!
Imagem relacionada

Hoje não tem top05, mas trago breves novidades sobre a segunda temporada de Queen of The South:

Conforme eu já tinha dito, o nome do primeiro episódio dessa segunda temporada será "El cuerpo de cristo" e ele será dirigido por David Boyd. O segundo episódio se chamará "Dios e el abogado". Não sei mais informações sobre os episódios 03 e 04, mas o episódio 2x05 se chamará "El nascimiento de Bolivia", roteirizado por Joe Loya e será dirigido por Nick Copus.
O 2x06 será "El camino de la muerte" que foi escrito por Ryan O'nan e também será dirigido por David Boyd.

Até agora não foram divulgadas datas de estreia, mas a série deve estrear em julho mesmo, para manter o público da primeira temporada.


Alice tem realmente entrado na personagem fugitiva e praticamente não tem aparecido nas imagens divulgadas dos bastidores.

                      #qots #queenofthesouth
Resultado de imagem para alice braga
A protagonista sumida que você mais respeita!

 Ah! Hoje não tem top05, que volta na próxima semana. E Octavia Spencer está no Brasil hoje para divulgar "A cabana". Quem vai assistir?
#OctaviaSpencer é uma das minhas #atrizes preferidas 🌟🎭⚘❤. Amo seu trabalho, a #criatividade e a força na formação de cada #personagem. Já tem seu #Oscar, foi indicada de novo esse ano, e merece muitos mais 🎬👏👏👏. Suas interpretações costumam ser dedicadas a projetos nobres, como é o próprio #cinema, como é #ACabana 📽☉. Um filme lindo, muito bem realizado, adaptado de um #bestseller que tocou o planeta. A mensagem da Trindade Santa sem as arestas das religiões, o #amor, o #perdão, a #fé cristalina 🙏💎. Participar de um longa-metragem como esse não inflou o ego de Octavia, e sim aumentou seu desejo de que o mundo, a partir dela, pratique o #amor ao próximo, e seja transformado 🌐💝. #OctaviaSpencer é um exemplo de #artista consciente, de #talento comprovado, de mulher elegante, e de #fé declarada 🔝🌹✨. Em sete anos de #VisãoArte tive a oportunidade de participar de diversas #coletivasdeimprensa e #tapetesvermelhos. Muitos com algumas lendas, outros entre os meus preferidos. Nessa galeria abençoada, a tarde de hoje conquistou espaço marcante. Obrigada, #Pai 🙏! Obrigada, #OctaviaSpencer 🌷! Obrigada pela oportunidade, #ParisFilmes 🎬🎥🔝. {e parabéns pra brasileiríssima #AliceBraga que também está no elenco de #ACabana ⚘} #press #presentedeDeus #ilovemyjob #euamomeutrabalho #DeusnoComando

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Alice na Interview Magazine


Alice fez um ensaio para a revista Interview. Confira as fotos tiradas por Robert Nethery:
                                




quarta-feira, 1 de abril de 2015

Ensaio de divulgação

Ensaio de divulgação de Os predadores em 2010




Matéria Original de Julho de 2010

Alice Braga faz o papel da única mulher entre os personagens principais de "Predadores", ficção científica de ação produzida por Robert Rodriguez e dirigida por Nimród Antal que estreia na sexta (23). Com argumento de Rodriguez, o filme mostra fatos anteriores ao que é narrado no primeiro filme da série. Houve uma primeira tentativa de filmá-lo com a Paramount, mas o projeto não foi adiante. O cineasta, então, assumiu os riscos.

Braga faz parte de um grupo que tem em comum a especialidade em matar. Todos são sequestrados pelos predadores alienígenas e enviados a um planeta em que suas habilidades serão colocadas à prova. Da Europa, a atriz conta em entrevista por e-mail ao UOL Cinema que se divertiu fazendo o filme e trabalhando com Adrien Brody e Laurence Fishburne, entre outros atores. E revela, entre outras coisas, que tem dois projetos em andamento no Brasil, um em São Paulo e outro no Rio de Janeiro.

UOL Cinema - Com sua participação em "Predadores", você delimitou definitivamente o seu espaço como atriz no cinema americano. Existe o desejo de se dedicar inteiramente às produções internacionais? Ou ainda pretende dividir seu tempo entre Brasil e EUA?

Alice Braga - Existe um desejo de trabalhar onde quer que seja. Quero demais seguir trabalhando tanto nos EUA como no Brasil, como tenho feito. "Cabeça a Prêmio" [de Marco Ricca] estreia agora, no dia 20 de agosto. Meu maior desejo é trabalhar.

UOL Cinema - Você alterna papéis em produções sofisticadas como "Ensaio Sobre a Cegueira" e ficções científicas como "Eu Sou a Lenda", "Repo Men" (ainda inédito no Brasil) e o próprio "Predadores". Ainda por cima, participa de produções mais autorais, como "Cabeça à Prêmio". Você mesmo escolhe os seus projetos, quais são os critérios de escolha e ainda pretende fazer esses filmes com orçamento pequeno e sem tantos recursos no Brasil?

Alice Braga - Eu mesma escolho. Claro que busco a opinião de quem confio e admiro, mas busco projetos que sejam um novo desafio, diferente de algo que já tenha feito. Uma nova personagem, um novo universo, novos diretores, equipes.... O tamanho, o orçamento, onde é feito, suas bandeiras são detalhes que não me influenciam.

UOL Cinema - Você é a única mulher em um grupo de assassinos profissionais com alto grau de testosterona. Como se sentiu no meio de todos aqueles brucutus e como foi a relação com seus colegas durante as filmagens? Contracenar ao mesmo tempo com Adrien Brody e Laurence Fishburne não é exatamente uma constante na vida de um ator!

Alice Braga - Foi divertido. Um desafio. A personagem tinha que ter a mesma garra e força que todos os homens. Se impor ali no meio, devo assumir, foi um processo engraçado. Todos me trataram com muito carinho e companheirismo, cuidavam de mim e eu deles. Chamava eles de "my boys" porque era a única garota no set. Me tornei de certa forma, a irmã mais nova de todos [e na realidade, sou mais nova que eles]. Contracenar com atores como esses dois foi um desafio e um prazer. Às vezes, me pegava no meio de um ensaio observando, como um espectador em uma peça, o trabalho deles.
No meu primeiro ensaio com Laurence Fishburne esqueci minha fala completamente. Por isso, foi um desafio ficar concentrada para não me deixar levar pela eterna admiração que sempre tive por eles

UOL Cinema - Qual o momento mais divertido e o momento mais perigoso das filmagens de "Predadores", se é que houve algum?

Alice Braga - O mais divertido foi fazer a cena que caímos de uma altura de quase 30 metros em um lago com uma cachoeira ao fundo, no Havaí. Claro que fizemos somente a parte ja dentro da água, mas estávamos tão felizes de estar ali que não conseguimos nem fazer a cena direito, de tanta risada que demos. O momento mas perigoso foi correr no meio de uma floresta com muitas árvores. Parece simples mas quando se esta correndo pela sua vida, com um rifle que pesa 6 kg, em um caminho com muitos obstáculos (raízes de árvores e caminhos estreitos), a probabilidade de se machucar se torna grande.

UOL Cinema - O Sergio Machado sempre usa como exemplo uma história que aconteceu com você durante as filmagens de "Cidade Baixa" para mostrar a importância da preparação e do ensaio antes de começar a filmar. Depois de passar por tantas experiências em um cinema industrial como o americano, você se submeteria a uma preparação como a do filme de Machado?

Alice Braga - Totalmente. Acho qualquer processo de preparação necessário e importante. Cada filme exige uma preparação e qualquer que seja ela gosto de me entregar 100%. O processo do "Cidade Baixa" me ensinou demais. Admiro muito o trabalho da Fátima [Toledo] e com certeza, faria de novo.

UOL Cinema - Desde que fez "Ensaio Sobre a Cegueira" e, depois, trabalhou sob a direção de David Mamet, os papéis em produções internacionais tem se repetido. Como anda o trabalho do seu agente? Ele tem recebido muitos telefonemas? O que tem reservado para o futuro que possa nos contar, aqui no Brasil e no exterior?


Alice Braga - É interessante porque o trabalho dos agentes tanto no Brasil como nos EUA é igual. Buscam testes e possíveis projetos para eu me envolver. Estou participando no desenvolvimento de dois projetos. Um em São Paulo e outro no Rio. 
Retirada de: Cinema Uol

Trailer do filme:
Ou:https://www.youtube.com/watch?v=1HCjTUyUjMI

Foto nos bastidores do filme:

E um vídeo sobre a personagem da Alice no filme - Isabelle:
ou já que o serviço blogger, não é muito confiável no que se trata de vídeos:
https://www.youtube.com/watch?v=YFcttyOkKBs 

Ensaios: Ensaio para a RG Vogue de 2007

RG VOGUE  de setembro de 2007
Trago aqui um dos meus photoshoots preferidos da Alice para a RG VOGUE.
Sobrinha de Sonia Braga, a atriz Alice Braga, então com 24 anos, fez um ensaio para a edição de agosto da revista RG Vogue.
Alice tinha acabado de estrelar sua primeira superprodução hollywoodiana: I Am a Legend, filme estrelado por Will Smith e com orçamento de US$ 150 milhões. "Foi uma loucura! A gente parou a Quinta Avenida e andou quatro quarteirões com a câmera na nossa frente. Em dez minutos havia 600 pessoas na rua", lembra Alice.
Considerada um sex symbol latino, Alice diz que não se sente uma mulher sensual. "As mulheres que vejo como sex symbols são muito diferentes de mim. Sou tipo assim: All Star, calça jeans e camiseta. E mesmo aos 24 anos ainda me sinto muito molecona." Disse Alice na época.
Adaptado de diversão terra.
Confira as fotos da entrevista:


terça-feira, 21 de outubro de 2014

TPM 2008

           Alice em (da esquerda pra direita): Território Restrito; Cidade Baixa; Cidade de Deus; Ensaio sobre a cegueira; Só Deus Sabe; Via Lactea; Eu Sou a Lenda; Em doze horas ate o amanhecer (2006) e nos bastidores de Cabeça a Prêmio.


Tem um mistério na sensualidade da Alice Braga: não se sabe de onde ela vem. É um tipo de constatação que pode parecer deselegante, visto que se aplica com mais freqüência àquela categoria de mulheres que nós, pobres animais com trombas, classificamos como canhões. Evidentemente que a Alice não se encaixa nesse padrão bélico de beleza, muito pelo contrário. Ainda assim sua sensualidade tem esse mistério original. Se ela tivesse o crumbiano bundão, por exemplo, de uma Rosana Jatobá (a mulher do tempo), poderíamos cravar: é da retaguarda que vem a luz. Mas esse não é o seu caso. Também o rostinho, lindo, não pode ser inteiramente responsabilizado pelo fato de a Alice Braga ser tão sensual. Isso porque ele não passa no teste da cara metade. Faça você mesmo: com uma folha de papel, esconda metade do rosto da Alice. Visualize bem. Repita com o outro lado. Vai ver que uma parte é diferente da outra, sendo a da esquerda muito mais bonitinha que a da direita. Pessoas verdadeiramente bonitas, homens ou mulheres, têm metades de rosto iguais, é o que reza esse controvertido Inmetro facial. A Alice, podemos dizer, é uma mulher de esquerda.
A mulherada, essa raça superior, dirá ser a sensualidade um atributo que paira acima do quadril e até mesmo do busto. Sei, sei... O segredo da Alice Braga, então, seria um só: com 1,62 metro, estamos diante de uma mulher superpoderosa, o que por si só desperta nos outros um frio na barriga. Verdade que superpoderes conferiram a Margareth Tatcher, Condoleezza Rice e Dilma Roussef a sensualidade de uma porta. Mas quem são as três damas diante da Alice Braga, que fez Cidade de Deus logo na sua estréia? Ave-maria uma coisa dessa! Podia se aposentar como um J. D. Salinger, autor de um livro só e por cima da carne-seca. Não se bastando com isso, no entanto, ela fez também Ensaio sobre a Cegueira, Cidade Baixa, O Cheiro do Ralo e meia dúzia de produções internacionais – em Eu sou a Lenda, contracena com Will Smith. Na edição de março da Vanity Fair, ela aparece na segunda parte da capa tripla da revista americana como uma das dez “fresh faces” de Hollywood. A foto é de Annie Leibovitz, a melhor e mais famosa fotógrafa do mundo. Então está resolvido: além de ter mãos (e, por isso, supostamente pés) muito bonitas (além dos cabelos), Alice Braga é sensual porque é muito fodona, é muito fodona porque é sensual. E por aí vai, constituindo-se assim uma bola-de-neve.
Aquela menina, a Lili 
Aos 25 anos, Alice acaba de filmar Cabeça a Prêmio, baseado em livro homônimo de Marçal Aquino. É seu 12º longametragem, além de dois curtas e apenas um programa de TV – Carandiru, Outras Histórias, de 2005. Cabeça a Prêmio reservou para Alice, bem, um prêmio: sua mãe de verdade, Ana Maria Braga, vem a ser a progenitora também na película dirigida por Marco Ricca. Ana é atriz de teatro desde os 14 anos, tendo atuado sobretudo em musicais – fez, por exemplo, Ópera do Malandro, a peça de Chico Buarque encenada com grande sucesso em 1978. A bem da verdade, já tinha pendurado essa chuteira fazia muito tempo. Foi novamente escalada quando o Marco Ricca se deu conta de que o Fulvio Stefanini era por demais branco e de olhos azuis para ser, em carreira solo, o pai da Alice (segundo a própria, “neguinha, morena e baixinha”). Sendo necessário encontrar uma mãe com tais características, convocou-se então a Ana Maria Braga – que, melhor esclarecer para não queimar o filme, nada tem a ver com a Ana Maria Braga da televisão, cujo parceiro é um papagaio, fazendo supor que cada um tem o Fulvio Stefanini que merece.

Foi com Ana Maria Braga, a mãe, que Alice trabalhou como atriz nas primeiras vezes. Ana, que tinha abandonado os palcos, tornou-se uma respeitável profissional de propaganda, dirigindo inúmeros filmes comerciais. E começou a levar a Alice, então com uns 5 anos de idade, para os sets de filmagem. Nos lendários estúdios da Companhia Vera Cruz, transformados em uma grande floresta, a pequena Alice Braga pôde assistir ao vivo às atuações de Ronald McDonald – coadjuvado por seu Sancho Pança, o esquecível Papa Burger. Muito extrovertida, falando pelos cotovelos (é assim até hoje), foi sendo introduzida aqui e ali, em pontas nas propagandas de TV. Fez comerciais de Neston e da C&A. Mais tarde, sob a direção de Fernando Meirelles, gravou um anúncio da Intelig. Na semana seguinte, precisando formar uma família para o açúcar União, Meirelles ordenou: “Chama de novo aquela menina, a Lili”. Não seria a primeira vez que o diretor se lembraria dela. Dentro de um táxi no Rio de Janeiro, conversando com a maquiadora Ana Van Steen, os dois trocavam idéias sobre a formação do elenco para Cidade de Deus. Meirelles procurava alguém para fazer o papel de Angélica, a gatinha disputada por Buscapé e Bené, o traficante gente fina. “Aquela menina”, disse ele. “A Lili.”
Não apenas o Meirelles e a Ana Maria Braga transformaram a Alice na atriz bem-sucedida que ela é hoje. Nisso aí vai uma longa tradição: Alice é apenas mais uma artista numa família de artistas. Sônia Braga, ela mesma, é sua tia, irmã da Ana Maria Braga. Falemos disso depois. Uma outra tia trabalha com música. Uma prima, Dani Braga, sobrinha da Ana em primeiro grau, é diretora deA Grande Família e assistente de direção do longa Madame Satã. Há um outro primo que é músico. Um tio é artista plástico. Sua irmã, que foi estudar direito internacional na Austrália, voltou com um diploma, mas do curso de cinema. Mesmo o pai, o jornalista Ninho Moraes, é um apaixonado pelas produções literárias e cinematográficas, de forma que a Alice “não poderia realmente ter saído uma economista”.

É tudo culpa da avó
A culpada de tudo isso é a mãe da Ana Maria Braga, a Zezé Braga. Foi ela que iniciou esse flerte da família com o universo da arte. Costureira, fazia também figurinos para peças de teatro, sendo muito conhecida na cena cultural da cidade. Foi a dona Zezé que vestiu os personagens de O Beijo da Mulher Aranha, que mais tarde viraria filme sob direção de Hector Babenco e, veja como são as coisas, com a Sônia Braga no elenco. O marido da Zezé, por outro lado, não tinha nada de artista. Mas sobrava a ele inventividade. Nascido em Penedo, interior de Alagoas, o avô da Alice foi o escolhido pela família para fazer faculdade em Salvador. Como eram todos muito pobres, ele deveria se formar em medicina e depois ajudar os outros, ou seja, os nove irmãos. Fizeram uma vaquinha e ele foi. Lá chegando, porém, teve uma idéia: “Para que fazer um curso de medicina se eu posso abrir uma fábrica de panelas?”. De fato. E assim nasceram as panelas Penedo, onde cada um de nós já cozinhou o seu miojo. O lance é que o marido da Zezé morreu cedo e as filhas tiveram de ir à luta, tendo a Sônia Braga ficado pelada em Hair tão logo chegou à maioridade.

A Alice Braga talvez já esteja cansada das comparações com a sua tia – mas “não, sabia que não?”. Então tá. Você tem o corpo parecido com o da Sônia Braga? “Acho que não. Eu sou mais mignon.” A Sônia é mais gostosona? “A Sônia tem mais coxa.” Ela é a primeira a vender lá fora essa imagem da brasileira com quadril largo, bumbum... “Engraçado, no meu primeiro filme gringo, Eu Sou a Lenda, estava tão magra que pesava 46 quilos. Não tinha bunda nem peito. Ou seja, eu sou a brasileira que não é brasileira.” Não apenas as medidas diferem a Sônia da Alice. Por não ter feito quase nada de televisão, a Alice não se sente famosa. Nas poucas vezes em que é abordada com um pedido de autógrafo, nunca sabe direito o que escrever. No arremate do texto, é acometida sempre pela dúvida: “Beijos, beijo grande ou boa sorte? Sei lá”. Embora reconhecida em Hollywood, essa Alice sem fama tem a vantagem de continuar a mesma: vive em São Paulo, torce (de verdade) para o Palmeiras, prefere o cheese salada do Hamburguinho e só escuta rock. Ficou apenas mais sensual, não se sabe por quê.

Fonte: http://revistatpm.uol.com.br/83/perfil_alice/home.htm

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

As capas

 Trago um link com as capas que Alice fez no decorrer da carreira: Esse link deve ser atualizado sempre
TPM Fevereiro 2004
Fevereiro de 2004
Março de 2007 USA 
Setembro de 2007
Vanity Fair - Fevereiro de 2008
Junho de 2008
Agosto de 2008 EUA
Marie Claire Brasil Setembro de 2008
Vanity Fair Espanha - Novembro de 2008
DESCONHECIDO 2008
TPM Dezembro de 2008
Março de 2010
Abril de 2011
GQ Brasil - Agosto de 2013
 Novembro de 2012
Agosto de 2013

Fevereiro de 2014