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sexta-feira, 21 de julho de 2017

New Mutants e Atualizações

Essa noite tem novo episódio de Queen Of The South e enquanto ficamos esperando as novas aventuras da Teresa Mendonza, ficamos de olho em por onde anda Alice.

Fato é que já começaram as filmagens de New Mutants e alguns atores já postaram imagens na pré-produção do filme, essa semana. Alice que vai interpretar a doutora Cecilia Reyes, ainda não postou nada além da confirmação que está mesmo no filme.
'New Mutants Cast Arrives in Boston for Filming'
Ahead of the film’s spring 2018 release, the cast of Josh Boone’s New Mutants has arrived for filming in Boston. Star Henry Zaga shared the image featuring himself, Maisie Williams, and Charlie Heaton. With filming expected to start any day. #NewMutants #TheNewMutants #XMen
Parte do Elenco de New Mutants em Boston para filmar. Henry Zaga compartilhou a imagem com ele mesmo, Maisie Williams e Charlie Heaton. 

O filme está previsto para ser lançado já em abril do ano que vem! E eu estou super animada para ver, mas tem algo que está me incomodando e com certeza vai vir a tona nas discussões da internet: porque a Fox escolheu uma atriz latina para interpretar uma personagem que é negra? Na verdade, a personagem é mesmo a cara da Rosario Dawson (que iria interpretar, antes de deixar o projeto), e é provável que assim que as fotos de Alice como a personagem saírem, algumas pessoas vão questionar isso.
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Os produtores provavelmente terão que lidar com isso, que não tem necessariamente a ver com a Alice, mas como alguém sensível a essas questões, me preocupa como isso pode ser interpretado. Nos EUA, a Alice representa uma minoria também - os latinos - e talvez isso possa ser visto como algo positivo, mas para os fãs mais fiéis dos quadrinhos mundo a fora, "embranquecer" uma grande personagem negra, pode não ser o melhor caminho a tomar em tempos onde Hollywood tem sido tão cobrada por representatividade. A Fox tem um histórico bem ruim de filmes de super heróis com os fãs mais assíduos das HQ's e justamente a franquia X-Men é uma das únicas que permanece relativamente a salvo.
Então estou torcendo muito para que o roteiro e a Alice arrasem nesse trabalho e para que se honre a história da personagem - que parece ter destaque - e o que ela representa, para que isso seja mais importante e relevante no filme do que a cor da pele dela.


                                                                         *


Por falar em Alice arrasando, além do Imagen Awards ela está concorrendo em mais uma premiação:
o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

Maior premiação do cinema nacional, o Grande Prêmio chega a sua 16ª edição em 2017. O evento, que será realizado no Theatro Municipal, no dia 5 de setembro, premiará os profissionais e filmes lançados comercialmente em 2016.
(...)
O Prêmio é realizado pela Academia Brasileira de Cinema e conta com o Patrocínio Master da TV Globo e Patrocínio do Canal Brasil através da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.

Alice concorre na categoria "Melhor atriz coadjuvante":

  • ALICE BRAGA como SANDRA por Entre idas e vindas
  • ANDRÉA BELTRÃO como ANA LUCIA por Sob pressão
  • LAURA CARDOSO como YOLANDA por De onde eu te vejo
  • MAEVE JINKINGS como ANA PAULA por Aquarius
  • MAEVE JINKINGS como GALEGA por Boi Neon
  • SOPHIE CHARLOTTE como GILDA por BR716

Fonte: AcademiaBrasileiradeCinema

                                                                              *
                          Vamos jogar uma brincadeira? Ache o Wally. Ou melhor ache a Lili.

w Brazilian movie star RODRIGO SANTORO (in 2010) actress ALICE BRAGA in the back (right side) #rodrigosantoro #300 #alicebraga #iamlegend #cinemanacional

Hahaha. A foto é de 2010, então deve ser da época da divulgação de Redbelt nos EUA, filme que ela fez com o Rodrigo Santoro. Alice parece que curte um futebol americano. Teve foto dela assistindo uma partida quando ela tava filmando On The Road, também.

domingo, 8 de janeiro de 2017

Revista Personalité Setembro de 2016 e Revista Gol Outubro 2016

Olá! Enquanto ainda não temos novidades sobre as filmagens de QOTS - que começam a qualquer momento - trago imagens da revista Personalité do Itaú de Setembro de 2016. 
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Você pode conferir a entrevista completa nesse link abaixo:
                           http://www.revistapersonnalite.com.br/cultura/alice-braga-hollywood
                                                                               *
E a entrevista de Outubro de 2016, que Alice deu para a Revista Gol:
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Há uma pequena versão disponível no blog da revista, mas aqui eu trago a versão completa, que está originalmente na revista. Confiram:
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Alice Braga já ajudou a salvar o mundo matando zumbis canibais em Eu sou a lenda (2008). Enfrentou um alienígena monstruoso com um rifle do tamanho de uma bazuca em Predadores (2010). Posou de biquíni na piscina de uma mansão usando joias no valor de US$ 1 milhão para a revista americana Town & Country (“com um segurança armado o tempo todo do lado”, ela conta, rindo). E, recentemente, tornou-se a chefona de um império de drogas nos Estados Unidos na série A rainha do sul. Tudo isso e mais um tanto colaram nela a justa fama de “atriz brasileira de maior sucesso no exterior”. Mas a Alice que chega para a sessão de fotos e entrevista da revista GOL, em um apartamento da zona oeste de São Paulo, não tem nada do que se espera de uma “estrela internacional”. O contraste entre a imagem projetada por seus filmes e a garota na nossa frente é gritante. De calça e camiseta pretas e tênis brancos confortáveis, ela é mignon (1,60 metros de altura), pilhada, falante e sorridente, sem vestígio de pose ou marra. “Eu ainda sou a Lili. A Lili da Vila [Madalena]”, diz, referindo-se a seu apelido de infância e ao bairro paulistano onde cresceu. “Não me vejo como uma estrela internacional, mas como uma atriz brasileira, e latina, que também trabalha fora. Minha essência é São Paulo, meu bairro, minha família, meus amigos. É onde eu consigo minha energia para desbravar o mundo.” E, pelo visto, não tem faltado energia à atriz de 33 anos. Ela acaba de se tornar a primeira brasileira a protagonizar uma série norte-americana – A rainha do sul foi exibida no Brasil no canal Space, entre os meses de julho e setembro. No papel da mexicana Teresa Mendoza, ela vai de namorada de traficante até o topo do maior império de drogas do hemisfério ocidental, em uma trama baseada na obra homônima do escritor espanhol Arturo PérezReverte. “Esse papel foi um presente. Ganhei o livro de uma amiga há oito anos e me apaixonei pelo personagem. Mas na época anunciaram um filme com Eva Mendes, que acabou sendo cancelado. Depois, veio a novela mexicana, então achei que não fariam mais nos Estados Unidos”, conta. Quando Alice já tinha desencanado, recebeu uma carta dos roteiristas da série convidando-a para ser a protagonista. “O processo foi incrível. Ficamos seis meses filmando em Dallas, no Texas. Eu tinha feito pouca TV no Brasil e adorei a experiência de mergulhar em um personagem por tanto tempo”, conta a atriz, que comemorou a confirmação da segunda temporada, prevista para estrear em meados de 2017. “Fiquei muito feliz. Saber que o público está curioso com a jornada dela me deixa animada. É um desafio pulsante, que me motiva e me tira da zona de conforto”, diz ela, que ganhou elogios da crítica norte- americana – alguns deles curiosos, como “uma versão feminina de Walter White” (o protagonista de Breaking bad) e “MacGyver latina”.
Ponte aérea SP-LA Este ano, a atriz pode ser vista em outra produção hollywoodiana: o western O duelo, com Woody Harrelson, acaba de chegar à Netflix. Já o drama A cabana, com Sam Worthington, baseado no best-seller de mesmo nome, deve estrear nos cinemas em janeiro. Com esses dois longas, Alice segue a tradição de contracenar com grandes estrelas do cinema contemporâneo: Will Smith (Eu sou a lenda), Adrian Brody (Predadores), Jude Law (Repo Man), Julianne Moore (Ensaio sobre a cegueira), Matt Damon (Elysium), Harrison Ford (Território restrito), entre outros. Mas ela conta que as amizades mais consistentes e duradouras feitas no cinema foram com atores brasileiros, como Wagner Moura e Rodrigo Santoro (leia box na página 80), e mexicanos, como Gael García Bernal e Diego Luna, que ela considera “irmãos”. “Eles são referências de como construir uma carreira, de como se tornar uma figura pública sem perder mão da vida privada.”
O começo de tudo Quando não está filmando pelo mundo, Alice se divide entre os apartamentos que mantém em Los Angeles e em São Paulo, no bairro onde foi criada. “Minha irmã, Rita, continua morando na casa da Vila, e a sede da nossa produtora [o terceiro sócio é Felipe Braga, cunhado de Alice], a Losbragas, fica na esquina”, conta. Alice diz que pretende dedicar cada vez mais tempo aos projetos da Losbragas, revezando-se entre os papéis de atriz, diretora e produtora e apostando na questão do protagonismo feminino. “Faltam grandes personagens para serem interpretados por mulheres. Essa é uma discussão que precisa ser levantada”, afirma. Pela produtora ela estrelou, ao lado do ator Daniel de Oliveira, o projeto transmídia Latitudes, exibido no cinema, TV e internet, e codirigiu a série documental para o YouTube Neymar Jr.: a vida fora dos campos (“conheci o Juninho, como é chamado em família, um cara doce, educado e apaixonado pelo futebol”). Como atriz, Alice quer buscar cada vez mais papéis que a tirem da zona de conforto. “Sempre fui de coração aberto para os projetos que surgiam. Mas, agora, quero focar em trabalhos específicos, gostaria de fazer mais coisas independentes, tanto no Brasil quanto fora. Foi assim que comecei, com filmes como Cidade baixa, e é isso que quero voltar a fazer”, diz.
Um dos longas que estreou no Brasil em 2016 foi o cômico Entre idas e vindas, de José Eduardo Belmonte, em que interpreta uma operadora de telemarketing traída pelo noivo. “Foi um filme feito com pouco dinheiro e muita paixão. Não importa o tamanho do projeto, é preciso sentir que a equipe está trabalhando junto para contar aquela história. É por isso que o set de filmagem é o lugar que mais amo no mundo.” Belmonte diz que Alice sabe equilibrar virtudes das escolas hollywoodiana e brasileira de cinema. “De um lado, ela tem um aspecto intuitivo, que é muito nosso. Do outro, tem uma cultura pragmática, que é bem americana, e uma interpretação minimalista, diferente da quem vem de novela e tende a sublinhar as intenções do personagem.” A atriz soma uma lista de diretores brasileiros com quem gostaria de trabalhar: Karim Aïnouz (Praia do Futuro), Felipe Hirsch (Insolação), Fernando Coimbra (O lobo atrás da porta), Felipe Barbosa (Casa grande), Gabriela Almeida Amaral (A sombra do pai) e Kleber Mendonça Filho (Aquarius). Sobre este último, conta que ficou emocionada com a participação do filme na competição do Festival de Cannes e os elogios feitos à atuação de sua tia, Sonia Braga. “Não sei se fiquei mais feliz como sobrinha ou como fã dessa atriz que é um ícone do cinema brasileiro.” No dia da entrevista, Alice ainda não tinha assistido ao filme (o longa estreia este mês nos Estados Unidos), mas sabe que a atriz interpreta uma mulher que superou um câncer de mama quando era jovem, nos anos 80, época em que não se falava tão abertamente sobre a doença. “Apoio sempre a informação e a conscientização sobre a saúde, por isso acho o Outubro Rosa uma campanha tão importante”, afirma.
Na estrada Ao contrário do que muita gente pensa, a carreira internacional de Alice não tem relação com a de Sonia. “Ela foi morar nos Estados Unidos quando eu era pequena, a gente teve pouco contato.” Mais importante na sua formação foi a mãe, Ana (irmã de Sonia), atriz e assistente de direção que a carregava para as gravações de publicidade. “Ela sempre me dizia: ‘Faz com alma. Se você acreditar, todo mundo também vai’. Carrego essa frase comigo.” A partir dos 8 anos, a menina começou a participar de comerciais, depois fez teatro no colégio e, mais tarde, entrou para o curso de Artes do Corpo na PUC- SP. Mas tudo mudou quando ela foi chamada por Fernando Meirelles – com quem tinha feito filmes publicitários – para um teste em Cidade de Deus (2002). A explosão internacional do longa rendeu um convite para ser representada por uma agente de Hollywood. E, então, Alice teve que tomar a decisão de deixar para trás a família, os amigos, a vida em São Paulo. “Foi meu pai quem mais me incentivou”, afirma. Ninho Moraes, jornalista e diretor de TV, lembra que não foi simples. “Ela estava recebendo muitos convites para fazer televisão no Brasil, mas a agente disse que só daria certo se ela se mudasse para os Estados Unidos e estivesse disponível para os testes. Foi difícil na época, mas logo ficou claro que ela fez a escolha certa.” O pai define a filha como um “bicho de set”. “O Walter Salles me contou uma história de On the road. A Alice havia acabado as cenas dela de manhã, mas ficou no set, ajudando na produção. No fim do dia, ela ainda estava lá. Então o Walter falou: ‘Como você não vai embora, vamos fazer outra cena’. Alice sempre foi assim. A casa dela é o set.” Fora do cinema, a atriz leva uma rotina simples. “Tapete vermelho, coletivas para a imprensa são ossos do ofício. Se você quiser saber quem eu sou, dá um pulo na Vila. Vou estar de Havaianas, tomando uma cerveja no boteco”, diz. Quando viaja, prefere casas de amigos a hotéis de luxo. “Sinto falta de quem está longe. Por isso, sempre digo que saudade é amor.” Reservada na vida pessoal, Alice afirma estar solteira e que a maternidade está nos planos. “Não coloco minha intimidade no Instagram. Gosto de usar minha voz para falar de trabalho.” Amigas desde que se conheceram no Festival de Veneza em 2008, a apresentadora e cineasta Marina Person afirma que a simplicidade é a marca da atriz. “Quando tem pré-estreia, ela me pede um vestido emprestado. O glamour não é sua prioridade, mas os amigos são. A Lili não mudou o jeito dela porque entrou no esquemão de Hollywood. Nunca a vi exigindo nada.” Mas, se for preciso, Alice sabe muito bem interpretar o papel de mulher poderosa. Quando coloca um vestido e começa a posar para as fotos da revista GOL, já é perfeitamente possível imaginá-la chefiando um império do crime e salvando o mundo de zumbis e aliens com sua carabina.

TRÊS POR UM 

Atores brasileiros de maior sucesso internacional, e amigos fora do set, Alice, Wagner Moura e Rodrigo Santoro trocam elogios:

“Alice é uma pessoa luminosa, generosa, talentosa, divertidíssima, de bem com a vida, leve e profunda, chique e bagaceira, uma estrela e a atriz mais pé no chão que conheço. É uma das minhas melhores amigas, e eu a amo profundamente.” Alice por Wagner Moura.

“O Wagner é uma referência pessoal e profissional para mim. Foi trabalhando com ele em Cidade Baixa que entendi o que é atuar, se entregar a um papel. Ele é uma pessoa que consegue ser pública e, ao mesmo tempo, extremamente reservada. Um exemplo.” Wagner por Alice.

“Conheci Alice quando trabalhamos juntos em Cinturão vermelho, do David Mamet. Ficamos amigos imediatamente. Alice é a encarnação da simpatia. Além do enorme talento, é uma pessoa afetuosa e divertida” Alice por Rodrigo Santoro.

“Eu chamo o Santoro de hermano. A gente tem uma conexão muito forte. É um ator completo e uma pessoa fácil de gostar e de conviver, um amigo querido e atencioso. Ele soube construir uma carreira sólida em Hollywood sem tirar os pés do Brasil.” Santoro por Alice

Fonte: https://www.voegol.com.br/pt/servicos-site/Magazine/Revista_GOL_175.pdf

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Top 05: ocupações que Alice já teve nas telas

Pode prestar atenção. Assista a uma entrevista com um ator e uma das vantagens que será apontada na profissão é o fato de que eles podem "brincar" de ter diferentes ocupações. Médicos, advogados, peritos forenses, tudo isso se torna possível no incrível mundo mágico do cinema, teatro e televisão.
Resolvi então listar cinco profissões que Alice já teve - o prazer, ou não - de assumir na sua carreira de interpretação.

1. Delegada
Sim, Alice já fez o tipo delegada durona. Na minissérie especial da Globo "As Brasileiras", Alice interpretou Mirtes, que corria atrás de Carioca interpretado pelo Rodrigo Santoro. No caminho da investigação os dois acabavam se envolvendo de uma forma, digamos, extra-trabalhista. A dupla, aliás, funcionou tão bem que pode voltar as telinhas brasileiras em uma nova minissérie global, dessa vez como marido e mulher.

2. Traficante
Ou é 8 ou 80. Alice sai da vida na polícia para a carreira no crime. Ok. Não sei se isso consta no registro de trabalho, mas essa, inclusive, foi a ocupação mais rentável para as personagens da Alice, se a gente parar pra pensar. Afinal de contas, nossa querida Teresa Mendonza, não é apenas uma traficante, mas a Rainha do Sul. No papel de Teresa, aliás, já cabia um mini top 5 de profissões indo de "doleira", passando por mula de drogas, e prestando sempre serviços voluntários a favor de salvar todo mundo. No fim, entretanto, a gente sabe que o talento de Teresa é mesmo reinar.

3. Atendente de telemarketing
Uma das mais adoecedoras profissões da modernidade. Sim, caso você não saiba, há altos números de afastamento por doença nessa categoria: problemas de coluna e infecção urinária por ficar muito tempo sentada, problemas emocionais e até doenças por repetição de movimento, mas felizmente a atendente Sandra interpretada pela Lili em "Entre Idas e Vindas" era super bem humorada e não deixaria nenhum problema - nem mesmo múltiplas traições - entrarem no caminho de sua felicidade. E caso você ainda não tenha visto: vou estar te encaminhando para assistir esse filme.

4. Jornalista
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Em O ritual (2011), Alice interpreta Angeline uma jornalista que acaba investigando o sobrenatural. O papel é muito importante porque além de dar a Alice a parceria que ela sempre comenta toda orgulhosa (ter contracenado com Sir Anthony maravilhoso Hopkins), o livro no qual o filme tem uma leve inspiração é escrito justamente por um jornalista que conviveu com padres responsáveis por exorcismos. A Angeline de Alice representa, de certo ponto, o olhar do autor do livro na obra. Bacana, hein?

5. Editora de moda
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Empatando com a Tereza rica no quesito estilo, temos Olivia. Editora de moda, Olivia deu a Alice seu - na minha modéstia opinião - melhor visual. Uma típica mulher cosmopolita, ela viaja o mundo para cobrir os principais desfiles de moda, e observar o comportamento dos consumidores e vê na relação amor/trabalho um grande desafio, mas nada que a impeça de conquistar facilmente um lugar cativo no nosso coração e um quinto lugar no nosso top 05.

Menções Honrosas à:

- Garota de programa em Ensaio sobre a Cegueira (2008)
- Operária em Território Restrito (2009)
- Coletora de algodão em Na Estrada (2012)
- Enfermeira em Elysium (2013)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Entrevista recente de Alice em Alagoas

Alice Braga em Penedo: 'Precisamos trazer cinema para pequenas e grandes cidades'

Em entrevista, atriz fala de sua forte ligação com Penedo e revela felicidade em voltar ao município
A relação de Alice Braga com Penedo vem desde cedo. Começa a partir de seu avô, nascido na cidade e, a partir daí, sua infância e relação com primos e tios sempre faziam com que ela estivesse pela região. Os anos se passaram e Alice se tornou uma grande atriz, famosa por participar de diversos filmes e seguir carreira no exterior – recentemente, tornou-se a primeira brasileira a protagonizar uma série americana, Queen Of The South (2016).

Atualmente, ela está em férias, mas mesmo assim não pensou duas vezes antes de aceitar o convite para participar do Circuito Penedo de Cinema. Alice, que esteve na primeira edição do evento, até então Festival de Cinema Universitário de Alagoas, em 2011, volta à Penedo cinco anos depois e comemora o crescimento visível. “Lembro da primeira vez aqui, a gente estava conhecendo o Festival, vendo o interesse das pessoas ainda muito pequeno e, agora, elas descobriram o evento. É muito especial estar de volta”, comentou.

Mesmo de férias, Alice aceitou conceder a entrevista, no entanto, naquele momento fez apenas duas ressalvas: não falar de trabalho ou da série. “Vamos falar de Penedo, divulgar o evento, o cinema, pode ser?”, indagou. Claro que sim, respondi. E a partir de agora, Alice Braga comenta sobre sua relação com Penedo, com seus fãs, fala ainda sobre traição - diz que traiu e foi traída - e, também, do filme Entre Idas e Vindas (2014), seu mais recente trabalho, onde ela interpreta Sandra, personagem bastante diferente do que vem fazendo na carreira.

Ascom Circuito: Alice, vamos começar falando da sua volta a Penedo. Você esteve aqui no primeiro Festival, em 2011, e agora de volta ao evento como Circuito Penedo de Cinema. O que você está achando desse novo formato?

Alice Braga: Eu to muito feliz de estar aqui. Me lembro da primeira vez, em que a gente estava conhecendo o Festival, dava pra ver o interesse das pessoas – muito pequeno ainda – e agora elas descobriram o evento, pra mim é muito especial estar de volta cinco anos depois e ver a participação dos estudantes, do público e a interação das pessoas. Eu vejo todo mundo correndo, de um lado para o outro, isso é tão legal e valioso também, porque o Festival é pra isso. O desejo da gente é poder informar e dividir para poder inspirar e, assim, fazer com que as pessoas continuem seguindo o sonho delas que é fazer cinema, estudar entretenimento. Então, estou muito feliz em estar de volta e ver o crescimento do Festival, cada vez maior e com sua identidade própria.

Ascom Circuito: Você tem uma conexão especial com Penedo pelo fato de seu avô ter nascido aqui. Então, qual a sensação de voltar à cidade?

Alice Braga: Eu fico muito honrada. Penedo sempre foi uma cidade muito presente na minha vida e na minha infância, com tios e primos, enfim. Adoro estar aqui em Penedo, que é uma cidade da qual eu tenho um afeto muito grande. A minha vida se deve muito ao meu avô, sim, que nasceu aqui e a gente sempre fez questão de manter conexão com a família, com Alagoas e com todo mundo que estava aqui próximo. É muito especial estar aqui.

Ascom Circuito: O Circuito está trazendo diversos filmes e exibindo-os na Praça e tudo aberto ao público e alguns atores e diretores estão participando de bate-papo com os presentes. Como você, que também participou dessa roda de conversa, avalia esse espaço aberto pelo evento?

Alice Braga: Trazer um pouco da experiência que eu tenho como atriz em São Paulo, no Brasil, enfim, nos Estados Unidos trabalhando como atriz ou no cinema é muito especial. Acho que a gente tem que usar isso pro Brasil inteiro. O máximo que a gente puder levar do cinema brasileiro ou da nossa identidade para outras cidades, conseguir tocar os jovens e trazê-los ao cinema é muito bom. Quando meu pai convidou a Bianca [Comparato, atriz da série 3%, da Netflix] para vir ao Circuito ela disse uma coisa muito linda: “eu tenho muita vontade de ir, porque a gente precisa fazer isso, levar o cinema para onde as pessoas não tem acesso”. A gente vê aqui o Cine Penedo parado, o do Hotel São Francisco também parado, dá uma dó. A gente precisa reativar esses lugares pra trazer os cinemas para as pequenas cidades e para as grandes também.

Ascom Circuito: Durante a pesquisa para a entrevista, li que você foi uma das primeiras atrizes a aceitar o convite para o filme Entre Idas e Vindas (2014). Como surgiu o convite?

Alice Braga: Eu já tinha muita vontade de fazer filmes do José Eduardo Belmonte, pelos outros filmes que ele já tinha feito – inclusive, eu adoro o Se Nada Mais Der Certo (2008), acho brilhante – e eu tinha falado, acho, em alguma entrevista que gostaria de trabalhar com o Belmonte e ele leu ou alguém contou, enfim. Foi quando ele me ligou e disse: “tenho esse projeto”. Ficamos de 4 a 5 anos tentando fazer o filme, vai rolar não vai rolar, ficou nessa de entre idas e vindas literalmente (risos), mas acabou acontecendo. Eu fui a primeira a entrar porque quando ele me chamou eu achei uma ideia leve, legal, e é um filme muito simples sobre amizade, amor, perdão e eu acho que é tão bom a gente ter filmes assim, leves, então foi um convite que eu fiquei muito feliz e topei entrar na jornada.

Ascom Circuito: Podemos dizer que a proposta da personagem, então, te motivou a aceitar o papel logo de cara?

Alice Braga: Totalmente. Não, quando o Belmonte me ligou, ele disse: “Alice, quero que você faça comédia”. E eu disse: “nãããããão” (risos). E ele falou pra Ingrid [Guimarães, atriz]: “eu quero que você faça drama” e ela teve a mesma reação. Imagina? A Ingrid, atriz de comedia, faz super bem e eu, muito mais de ação, de drama, de terror até, mas enfim, eu também não fiquei muito na comédia. A personagem até tem um pouco de drama, só que um pouco mais engraçado, já que ela é mais bem humorada também. O filme é bem leve, gostoso e é mais a dinâmica de todos juntos sobre a amizade, perdão, alegria, do que qualquer outra coisa. Então o fato de ser um projeto diferente de tudo que eu tava fazendo foi o que me deu mais vontade. A gente fez o filme na amizade mesmo e pensou: “Vamo fazer? Vamo fazer. Vamo no risco? Vamo no risco”. Aí todo mundo foi, ninguém ganhou nada, a gente foi super no coração mesmo. Foi um projeto muito especial.

Ascom Circuito: E como era o clima nos bastidores, durante as gravações?

Alice Braga: Era exatamente como estava na tela. A gente dava muita risada, muita mesmo. Tinham dias que eu quase fazia xixi nas calças com a Ingrid de tanto que eu dava risada. Até brinquei que não ia mais trabalhar com ela por causa disso (risos). Era muito gostoso principalmente porque tava todo mundo muito a fim de fazer o filme, foi um filme em que as pessoas que estavam envolvidas ficaram muito amigas. Quando a gente entrava no motorhome parece que a câmera conseguiu pegar esse clima mesmo, meio intimista e tal. Foi muito legal porque a Ingrid também tava querendo mesmo fazer um filme diferente, dos personagens que ela fazia, então foi muito gostoso.

Ascom Circuito: A Sandra, sua personagem, descobre que foi traída pelo noivo. Se você passasse por uma situação dessas, como acha que seria a sua reação?

Alice Braga: Ai, isso é tão difícil, sabe? Assim, eu já traí e fui traída e acho que na vida a gente aprende um pouco de tudo. É difícil, tudo depende muito de como a coisa foi feita, tanto que depois ela descobre que na verdade era o amor dela e eu acho isso, que o importante é o amor, acima de tudo. Acho que quando a gente entende e aceita que está junto, depende também da maneira da traição, caso não seja sacana também, porque assim, às vezes acontecem essas coisas na vida, mas não sendo na maldade, o perdão é sempre necessário. Então, eu não sei, é muito difícil dizer quando não é com você. A gente faria assim, diria assim, sendo com outro, mas com a gente é difícil. A pessoa nunca espera e quando acontece, ficamos naquela... Mas às vezes é bom perdoar, é importante para seguir em frente.

Ascom Circuito: Mudando de assunto, então, você tem perfis nas redes sociais? Como é a sua relação com os fãs?

Alice Braga: Eu tenho um perfil no Instagram (@alicebraga_oficial) e uma página no Facebook, esta não oficial, de um pessoal que ajuda a me manter informada e tudo mais. Mas eu sou péssima em internet (risos). Eu sou daquelas que gosta de imprimir texto, sabe? Às vezes eu leio o jornal pelo celular, por estar fora do Brasil e tal, fica difícil comprar, mas eu adoro comprar o jornal. Eu tenho rede social, adoro, mas também adoro papel, eu sou antiga (risos). E como eu te disse, é muito especial estar aqui e receber o carinho do pessoal daqui mesmo, dos estudantes de Alagoas, do pessoal da comunidade de Penedo. É muito legal porque de certa forma eu não nasci aqui, mas cresci vindo pra cá, faz parte da minha infância. Acho que, por exemplo, a vida que eu tenho hoje, a sorte de ter a educação que eu tive e do meu pai ter a vida que ele teve, tudo isso veio muito do meu avô alagoano. Eu não sou daqui, mas ó – nesse momento, ela aponta para o braço e, indicando as veias, continua: – eu sei que tenho sangue e coração daqui.


Fonte: TribunaHoje

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Alice em nova entrevista em Alagoas

Alice Braga e a atriz Bianca Comparato estiveram dando uma entrevista para divulgar sua participação no Festival de Cinema da cidade de Penedo. O evento terá início nesta terça (29) e vai até o próximo sábado (3).
A cidade de Penedo, em Alagoas, já espera os amantes da sétima arte para o Festival do Cinema Brasileiro que acontece dentro do Circuito Penedo de Cinema. O evento terá início nesta terça-feira (29) e se encerra no próximo sábado (3). Festival retorna à cidade após 34 anos.
O G1 entrevistou as atrizes Alice Braga ("Elysium" e "Ensaio Sobre a Cegueira") e Bianca Comparato ("3%", primeira série brasileira do Netflix), convidadas para esta edição do festival no estado.
Alice é neta de alagoanos e será uma das juradas do VI Festival de Cinema Universitário de Alagoas. “Eu cresci vindo para Penedo, porque meu avô, pai do meu pai, cresceu e viveu aqui. E Alagoas sempre teve uma força muito grande na minha vida, é parte da minha história. É de onde eu venho e para onde meu pai sempre fez a família voltar”, disse Alice.
Além de filmes, mostras competitivas e shows musicais, o município se prepara para receber um dos mais importantes eventos cinematográficos do país, o Festival do Cinema Brasileiro. Alice enalteceu a importância de trazer o Festival para Alagoas e sobre sua contribuição para o cinema brasileiro.
“Poder voltar como atriz ajudando e incentivando o cinema brasileiro e em um local como Penedo, onde minha história começou, é muito lindo. Acho importante incentivarmos o cinema para viajar o Brasil todo. Sair do eixo Rio-São Paulo.”

(...)

A programação do primeiro dia do Circuito Penedo de Cinema encerra suas atrações com a pré-estreia do documentário Pitanga (2016), seguida pelo bate-papo com o diretor Beto Brant, também na Praça 12 de Abril, a partir das 21h30.
A produção é uma homenagem a Antonio Pitanga e à sua carreira no cinema nacional, com destaque para o Cinema Novo e destaca a importância do ator para a arte brasileira, onde contribuiu com sua interpretação em mais de 60 filmes.

Sobre o Circuito

O Circuito Penedo de Cinema é uma correalização do Instituto de Estudos Culturais, Políticos e Sociais do Homem Contemporâneo (IECPS), pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult/AL) e a Universidade Federal de Alagoas (Ufal), com patrocínio do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), da Algás, da Prefeitura Municipal de Penedo, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (Fapeal) e do Serviço Social da Indústria (Sesi).

O quê: Circuito Penedo de Cinema
Quando: 29 de novembro a 3 de dezembro
Onde: Penedo
Entrada: Gratuita

Confira o vídeo da entrevista no site do G1 de onde foi retirada essa matéria.
Alice estará em um bate-papo no festival no dia 03.

Dia 03/12 tem bate-papo com a Alice no Circuito de Cinema em Penedo - Alagoas! 😄
#Repost 
@circuitopenedo Em cartaz, o filme Entre Idas e vindas, e no tapete vermelho, Alice Braga! 🎥 ➡ Saiba mais: bit.ly/AliceCircuito 
#alicebraga #cinema

Além disso, Alice postou no seu Instagram:

"Hoje é um dia muito importante para o povo Munduruku. Terminou o prazo administrativo para que o Ministério da Justiça defina sobre a demarcação da terra indígena Sawré Muybu, onde eles vivem, no Rio Tapajós. Na manhã de hoje, dia 29, as lideranças realizaram um protesto pedindo #DemarcaçãoJá em frente ao Palácio da Justiça em Brasília".

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E Alice também postou uma foto sua com seu "papi" em Alagoas, com seu sorrisão, pra alegrar nosso dia.

"Chegando em Penedo, Alagoas com meu papi amado Ninho Moraes para o @circuitopenedo que começa hoje. Lindo demais estar de volta na cidade que meu avô Domingos nasceu".

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Entrevista nova/velha com Alice sobre Entre idas e vindas

A atriz Alice Braga ama as praias da Bahia (Foto: TV Bahia)A atriz Alice Braga fala sobre a paixão pela Bahia (Foto: TV Bahia)
Ingrid Guimarães e Alice Braga
Nesse sábado foi exibido a conversa entre o apresentador Alessandro Timbó (que é uma gracinha em forma de pessoa) e as atrizes Ingrid Guimarães e Alice Braga. As artistas falam sobre as praias e os carnavais da Bahia e contam sobre o filme "Entre Idas e Vindas" que fizeram juntas.

Clique aqui para ver o vídeo na página da Rede Bahia, filiada da Globo.

                                                                              *

E ainda Veronica Falcon que interpreta Camila Vargas deu uma entrevista para o site Daily News e citou uma curiosidade sobre sua aprovação para a série:


"Minha primeira audição foi na verdade com Alice (Braga), a estrela da série... Eu fiz, eu acho, cerca de dez audições para a personagem e duas entrevistas".

Confira a entrevista completa, em inglês, clicando aqui.
Resultado de imagem para queen of the south veronica and alice

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

TOP 05: Road Movies

1. Top 05: Road movies –

Em homenagem a "Entre Idas e Vindas", que continua figurando nos filmes mais assistidos nos cinemas do Brasil, estou inaugurando um novo marcador aqui no blog, o Top 5. Nesse bloco irei listar cinco itens, que se relacionem com a alguma temática ligada a carreira da Alice. Os itens não estarão apresentados por nenhuma ordem específica, será uma ordem aleatória, baseadas em obras e fatos que eu conheço, por isso mesmo grandes nomes do gênero, assunto, ou do tema podem não estar listados aqui, ok? O top 05 dessa semana é sobre filmes que assim como "Entre idas e vindas" se passam na estrada:

Quase famosos (2000) -
                 
Quase Famosos (no original Almost Famous) é um filme de 2000, escrito e dirigido por Cameron Crowe (Nós compramos um Zoo). Quase famosos narra a história de um adolescente de 15 anos que consegue o trabalho dos sonhos: escrever uma matéria para a lendária revista Rolling Stone sobre a turnê de uma grande banda de Rock. O filme, pode ser considerado semiautobiográfico, uma vez que o próprio Crowe, quando adolescente também escreveu para a revista Rolling Stone e acompanhou parte da turnê da histórica banda Led Zeppelin. Momentos musicais maravilhosos não faltam nesse filme que trata sobre amadurecimento e pertencimento de uma forma que você não vai esquecer.


Na natureza selvagem (2007) -

Sinopse:

Em 1990, com 22 anos e recém-formado, Christopher McCandless, doa tudo o que tem, abandona sua identidade e parte em busca de uma experiência que o retire de sua rotina típica da classe média. Abandona, assim, os pais sem que ninguém saiba e aventura-se na estrada. Percorre toda a América (rumo ao Alasca) sempre de carona, a pé, e até de canoa. Influenciado pelas suas leituras, que incluíam Tolstoi e Thoreau, ansiava por chegar ao Alasca, onde poderia estar longe da sociedade tradicional humana e em comunhão total com a natureza em sua forma mais selvagem e pura. O que lhe acontece durante este percurso transforma o jovem em uma inspiração para várias pessoas.


Estreia na direção do ator Sean Penn, essa adaptação de livro de mesmo nome conta a história verídica de Christopher McCandless, vivido pelo ator Emile Hirsch, o filme traz cenários lindos, interpretações honestas e ainda tem a boa parte da trilha sonora composta por Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam. É um filme bonito, inspirador e que nos faz questionar muitos de nossos valores.


Diário de uma motocicleta (2004) -

Dirigido pelo maravilhoso brasileiro Water Salles, o filme é baseado no livro de memórias do jovem asmático, Ernesto Guevara, que posteriormente seria mundialmente conhecido como Che Guevara, e que é brilhantemente interpretado no filme pelo ator Gael Garcia Bernal. O filme narra a expedição de 1952, inicialmente por moto, em toda a América do Sul por Guevara e seu amigo Alberto Granado. Aos meus olhos, um dos melhores roadies movies da história. A repercussão desse filme está intrisicamente ligada a existência desse aqui abaixo.


On The Road (2012) -

Me atrevo a dizer que a obra na qual se baseia esse filme inspirou a maioria das obras aqui citadas, ao menos "Diário de uma motocicleta" e "Na natureza selvagem". Um clássico da literatura norte-americana moderna o livro é considerado a bíblia beat e narra a história e o encontro de Dean Moriarty e Sal Paradise alter-ego de Jack Kerouac. A história se baseia nos anos que Kerouac passou viajando pelos Estados Unidos, na década de 1940, com Neal Cassady e várias outras figuras que mais tarde se tornariam grandes nomes da literatura como William S. Burroughs e Allen Ginsberg. Alice faz Terry, uma jovem mãe solteira e mexicana que trabalha com Sal na coleta de algodão. O filme também é dirigido pelo brasileiro Walter Salles, e demorou décadas para ser lançado. O lendário diretor Francis Ford Coppola tem os direitos de adaptação do livro desde 1979. 


Entre idas e vindas (2016) -

O filme de José Eduardo Belmonte narra a história de quatro amigas que saem em uma viagem de "despedida de solteira", altamente problemática. No caminho as amigas encontram um professor e seu filho (papeis de Fábio e João Assunção). Confira o trailer do filme abaixo e uma crítica completa do mesmo aqui.
        
      Nesse fim de semana "Entre Idas e Vindas" foi o 12° filme mais assistido no Brasil!
Confira no Adoro Cinema.



Você também pode gostar de:

- A cura (1995)
- Sete anos no Tibet (1997)
- Pequena Miss Sunshine (2005)
- Paulo Coelho on the road to Santiago de Compostela (2010)

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Crítica: Entre idas e vindas




Na minha modéstia opinião: Entre idas e vindas (2016)  




Entre idas e vindas é um road movie, ou seja, é um filme de estrada. Em alguns desses casos, a história dos personagens, nem importa muito para o filme: se trata basicamente da captação de belas imagens das paisagens e daquele take esperto nas longas estradas da vida... esse – felizmente – não é o caso de "Entre idas e vindas", que não é filme sem pé nem cabeça, e tem um começo, um meio e um fim, bastante definidos. Apesar disso, ou por conta disso, é meio difícil falar sobre o núcleo e a história principal do filme. Então não farei uma crítica, como eu costumo fazer aqui, do modo  mais tradicional; vou apresentar os pontos positivos e negativos do filme e deixo você livre para julgar se concorda, discorda, se tem interesse de assistir. Vamos começar pelos pontos positivos, então:






- A trilha sonora espetacular: músicas nacionais de qualidade, simpáticas, conhecidas e desconhecidas, comerciais e poéticas, a cereja do bolo é a participação no final de “Moveis coloniais do Acaju” (se você não conhece, se faça um favor e conheça!).


- Elenco afinado: a dinâmica do elenco é maravilhosa, e as meninas tem o tipo de química de gente que trabalha junto, tem seus desentendimentos e diferenças, mas no fim do dia tem uma amizade que é pau pra toda obra. O destaque, do filme, entretanto, como todas as críticas destacaram, é todo do João Assunção, mesmo, que no alto dos seus doze/treze anos já tem mais charme e carisma do que eu jamais terei em toda minha mísera existência...

- Paisagens maravilhosas: ver o interior do Brasil, filmado com tanto carinho é realmente um presente e um bônus extra que você pode ganhar assistindo ao filme.



                                                                                   *





Sobre a personagem da Alice – é bem diferente das coisas que ela faz; na divulgação muito se falou sobre a Sandra ser mais cômica e a personagem da Ingrid (Guimarães) mais dramática, mas eu achei a história da Sandra bem deprê... ser traída pelo noivo, nas vésperas do casamento, por algum acaso é uma carga engraçada de se carregar? Por ser diferente das coisas que ela costuma fazer (que tem quase sempre tiro, explosões e tal), eu esperava que a personagem soasse mais próxima da Alice que vemos nas redes sociais e nas entrevistas, mas me enganei. O que foi uma coisa boa. Alice interpreta uma atendente de telemarketing, que toma umas e outras – e mais várias – e totalmente, me convence no papel. O que comprova que eu realmente tenho um blog para uma das maiores atrizes de sua geração... i’m so sorry...



                                                                                 *



Agora vamos aos pontos negativos:

- A escolha da atriz principal – a Ingrid – foi um tiro no pé. Ela é uma boa atriz, e tem carisma para dar, vender e anunciar na OLX, mas a presença dela corta totalmente o tom do filme. É difícil ver suas cenas e não esperar a comédia rasgada a qual estamos acostumados. Li nas entrevistas que ela está tentando fazer a transição dos papéis de comédia para outros estilos, mas Jim Carrey e Will Smith me ensinaram uma coisa: se você é um comediante e quer fazer outro tipo de filme, vá direto para o drama, mas o drama mesmo, o drama de cortar os pulsos... o meio termo é terrivelmente perigoso. O que nos leva ao outro ponto negativo do filme.

- A falta de tom do filme foi uma comum em todas as reviews do filme e realmente, não dá pra passar despercebido... você assiste com um sorriso no rosto, uma sensação boa, agradável, mas parece que tá faltando aquela coisa, falta uma profundidade,  nem ao menos podemos classificar a história como sendo agridoce, porque o filme não consegue ser azedo ou divertido o bastante, para tal.

Também achei meio drama em cima de nada - a história toda da mãe do menino, mas vai ver o problema sou eu, que sou meio objetiva na vida, mesmo. Claro que a situação não era um mar de rosas, mas porque não contar as coisas para o menino, gente? Ele era o mais emocionalmente estável daqueles seis dentro do motorhome. E no fim, intuitivamente, ele sabia de muito mais coisa da situação do que a maioria das pessoas ali...

Entre idas e vindas termina sendo, portanto, simpático e sincero, mas assim como sua mensagem principal prega, precisa seriamente amadurecer e encontrar seu próprio caminho.



É um filme ideal para ir assistir com amigos, no fim de semana, eu, por exemplo, assisti ao filme em um sessão de sábado a tarde, infelizmente havia poucas pessoas o que realmente indica que não estamos prontos para lançar em grandes salas produtos nacionais que sejam nada além de comédias rasgadas com Leandro Hassum e Fábio Porchat no elenco... Apesar disso a presença do filme no Top 10 dos mais assistidos do fim de semana. Deixa aquela esperança...

Bilheterias e audiência

Olá, pessoal.
Estou trazendo abaixo a bilheteria desse fim de semana no Brasil, com destaque para o 8º lugar de "Entre Idas e Vindas", entre os filmes mais assistidos no país:

 http://www.adorocinema.com/filmes/bilheterias/
                                         Clique na imagem para conferir no site Adoro Cinema

        Queen of the South TV show on USA Network (cancel or renew for season 2?)
E ainda o complexo sistema de audiência dos EUA, com os números atuais dos cinco episódios de Queen of the South que já foram ao ar no país. Confere:
        
                                       

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Entre Idas e Vindas | Entrevista - Ingrid Guimarães e Alice Braga

Já está no cinema, hoje oficialmente, Entre Idas e Vindas, o novo filme nacional com Alice:

Confira abaixo uma nova entrevista do elenco:



Vou assistir só no sábado :( mas assim que puder posto minha modéstia opinião sobre o filme aqui no blog ;)

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Atrizes de Entre idas e vindas fala sobre filme durante pré-estreia em Salvador

Enquanto passou por Salvador - minha terra! - Alice deu algumas entrevistas. Uma das quais eu tive que fotografar porque imaginei (acertadamente) que não ia ficar disponível na internet. Confira as fotos tiradas por mim e clicando nas imagens vocês podem assistir a pequena entrevista direto do site da Globo.
http://glo.bo/29GXnwN

http://glo.bo/29GXnwN

http://glo.bo/29GXnwN

http://glo.bo/29GXnwN

E entrevistas divulgadas até agora no Youtube, concedidas durante a pré-estreia que rolou no Cinepólis do Bela Vista:

                    


E uma foto para um dos maiores jornais locais:
Foto: Arisson Marinho/Correio
Ingrid também compartilhou em seu insta:
Instagram media ingridguimaraesoficial - Noite linda em Salvador. Pré estreia @entreidasevindas  @alicebraga_oficial @vanessacardosoms
E essa foto da coletiva de imprensa em São Paulo:
Instagram media ingridguimaraesoficial - Dia de coletiva de @idasevindas . E aproveitando pra matar saudades dela @alicebraga_oficial . Dia 21 nos cinemas

Não custa lembrar que hoje tem episódio inédito de Queen Of The South nos EUA, e aqui no Space também!

Entre Idas e Vindas / Coletiva de Imprensa

Alice esteve a todo vapor divulgando "Entre idas e vindas" nos últimos dois dias. Confira por onde ela tem andado:

Primeiro fotos do elenco no Shopping Leblon, no Rio de Janeiro, no dia 12.






Na pré-estreia, a atriz Alice Braga ainda destacou os importantes assuntos que o longa aborda. E, diga-se de passagem, são fundamentais e essenciais para todos nós em tempos de cólera. “É um filme que fala muito sobre amor, carinho, perda e perdão e que pode tocar as pessoas em diferentes pontos dependendo do momento que ela esteja vivendo. Eu acho que é um trabalho muito humano”, declarou a atriz Alice Braga na pré-estreia do filme “Entre Idas e Vindas”.
Fonte: HeloisaTolipan

No Cinemark do Shopping Iguatemi, em São Paulo                  


E vários vídeos:

             
           

 
Convidados e elenco chegando na pré-estreia


Pedaço da entrevista de Alice: