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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Top05: Tios e sobrinhos famosos

Nosso "top 05" de hoje aborda um assunto de família. É de conhecimento geral, o parentesco de Alice com Sônia Braga. Alice, ainda que pareça evitar bastante as comparações entre as duas, já declarou a admiração pela tia, inclusive defendendo a indicação de "Aquarius" (2016) para a lista de representante brasileiro ao Oscar. Vamos conferir, então, 05 tios(as) e sobrinhos(as) que como Alice e Sonia são famosos.

Alice e Sonia Braga -
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As duas dividem muito mais que o sobrenome e os laços sanguíneos. Morenas, bonitas e talentosas, não demorou para que (cada uma a sua época) as duas ganhassem as telonas e telinhas do mundo. Sim, pra quem não sabe ou não se lembra Alice não é a primeira da família a estar em uma série norte-americana: Sonia fez uma importante participação no super sucesso Sex and The City. Alice, por sua vez, brilhou em Queen of the south em 2016 e ainda deve estar em "A cabana", este ano. Sonia fez muito barulho em Aquarius filme brasileiro sucesso de crítica em todo o mundo e esteve na série Luke Cage da Netflix. Agora só falta as duas trabalharem juntas, certo?

Emma e Julia Roberts -
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Emma ainda não engatou um graaande papel no cinema, mas ficou recentemente conhecida por sua personagem em Scream Queens série do Ryan Murphy (criador de Glee). A tia Julia, dispensa apresentações, sendo por anos e anos a queridinha de Hollywood, namoradinha da América e estrelando filmes como Uma Linda Mulher (1990). Emma é filha de Eric Roberts, ator que é irmão de Julia, mas que também não fez nenhum papel memorável no cinema, dizem as más línguas que os irmãos não se dão bem, mas Julia e Emma parecem ter uma boa relação, elas inclusive já tiveram no mesmo filme: Idas e Vindas do amor (2010), no entanto, elas não atuaram juntas, pois faziam parte de núcleos diferentes.

Erika e Malu Mader
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Erika também não é tão conhecida como sua tia, mas é aquele tipo de atriz pra ficar sempre de olho. Seu filme Apenas o Fim de alguns anos atrás, foi bem recebido pela crítica e ela também fez Mandrake na HBO. A tia Malu, é diva das novelas da Globo e esposa do Tony Belotto, que eu acho que ainda tá no Titãs. Claramente, beleza é um fator preponderante nessa família.

Nicolas Cage e Frances Ford Copolla
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Devo confessar que essa informação me surpreendeu, anos atrás, quando eu vi uma entrevista com o Nicolas Cage. Nenhum dos dois está em sua melhor forma cinematográfica no momento. Cage vive com problemas financeiros (razão dele estar estrelando tanto filme de gosto duvidoso) e Copolla compreensivelmente tem curtido a terceira idade, participando de menos produções, mas ambos fazem parte da história mundial do cinema, em inúmeras produções super conhecidas.








Déborah Evelyn e Renata Sorrah
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Duas atrizes conhecidas pelas suas carreiras na Rede Globo, Déborah tem dezenas de novela no currículo e foi esposa do diretor Denis Carvalho por anos, já Renata é sempre muito lembrada pela vilã Nazaré Tedesco. O que muita gente pode não saber é que o irmão de Renata Sorrah é pai da Déborah. Elas são, portanto, tia e sobrinha!

Menções honrosas a:

Sandy e Junior e Chitãozinho (ou é Xororó? Eu nunca decoro)
Wanessa e Luciano Camargo
Nathan Phillipe: um cantor sertanejo que é sobrinho de Zezé de Camargo e Leonardo ao mesmo tempo! (haha) Ele é filho de Luciano com Mariana Costa, irmã do sertanejo Leonardo.

domingo, 8 de janeiro de 2017

Revista Personalité Setembro de 2016 e Revista Gol Outubro 2016

Olá! Enquanto ainda não temos novidades sobre as filmagens de QOTS - que começam a qualquer momento - trago imagens da revista Personalité do Itaú de Setembro de 2016. 
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Imagem relacionada

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Você pode conferir a entrevista completa nesse link abaixo:
                           http://www.revistapersonnalite.com.br/cultura/alice-braga-hollywood
                                                                               *
E a entrevista de Outubro de 2016, que Alice deu para a Revista Gol:
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Há uma pequena versão disponível no blog da revista, mas aqui eu trago a versão completa, que está originalmente na revista. Confiram:
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Alice Braga já ajudou a salvar o mundo matando zumbis canibais em Eu sou a lenda (2008). Enfrentou um alienígena monstruoso com um rifle do tamanho de uma bazuca em Predadores (2010). Posou de biquíni na piscina de uma mansão usando joias no valor de US$ 1 milhão para a revista americana Town & Country (“com um segurança armado o tempo todo do lado”, ela conta, rindo). E, recentemente, tornou-se a chefona de um império de drogas nos Estados Unidos na série A rainha do sul. Tudo isso e mais um tanto colaram nela a justa fama de “atriz brasileira de maior sucesso no exterior”. Mas a Alice que chega para a sessão de fotos e entrevista da revista GOL, em um apartamento da zona oeste de São Paulo, não tem nada do que se espera de uma “estrela internacional”. O contraste entre a imagem projetada por seus filmes e a garota na nossa frente é gritante. De calça e camiseta pretas e tênis brancos confortáveis, ela é mignon (1,60 metros de altura), pilhada, falante e sorridente, sem vestígio de pose ou marra. “Eu ainda sou a Lili. A Lili da Vila [Madalena]”, diz, referindo-se a seu apelido de infância e ao bairro paulistano onde cresceu. “Não me vejo como uma estrela internacional, mas como uma atriz brasileira, e latina, que também trabalha fora. Minha essência é São Paulo, meu bairro, minha família, meus amigos. É onde eu consigo minha energia para desbravar o mundo.” E, pelo visto, não tem faltado energia à atriz de 33 anos. Ela acaba de se tornar a primeira brasileira a protagonizar uma série norte-americana – A rainha do sul foi exibida no Brasil no canal Space, entre os meses de julho e setembro. No papel da mexicana Teresa Mendoza, ela vai de namorada de traficante até o topo do maior império de drogas do hemisfério ocidental, em uma trama baseada na obra homônima do escritor espanhol Arturo PérezReverte. “Esse papel foi um presente. Ganhei o livro de uma amiga há oito anos e me apaixonei pelo personagem. Mas na época anunciaram um filme com Eva Mendes, que acabou sendo cancelado. Depois, veio a novela mexicana, então achei que não fariam mais nos Estados Unidos”, conta. Quando Alice já tinha desencanado, recebeu uma carta dos roteiristas da série convidando-a para ser a protagonista. “O processo foi incrível. Ficamos seis meses filmando em Dallas, no Texas. Eu tinha feito pouca TV no Brasil e adorei a experiência de mergulhar em um personagem por tanto tempo”, conta a atriz, que comemorou a confirmação da segunda temporada, prevista para estrear em meados de 2017. “Fiquei muito feliz. Saber que o público está curioso com a jornada dela me deixa animada. É um desafio pulsante, que me motiva e me tira da zona de conforto”, diz ela, que ganhou elogios da crítica norte- americana – alguns deles curiosos, como “uma versão feminina de Walter White” (o protagonista de Breaking bad) e “MacGyver latina”.
Ponte aérea SP-LA Este ano, a atriz pode ser vista em outra produção hollywoodiana: o western O duelo, com Woody Harrelson, acaba de chegar à Netflix. Já o drama A cabana, com Sam Worthington, baseado no best-seller de mesmo nome, deve estrear nos cinemas em janeiro. Com esses dois longas, Alice segue a tradição de contracenar com grandes estrelas do cinema contemporâneo: Will Smith (Eu sou a lenda), Adrian Brody (Predadores), Jude Law (Repo Man), Julianne Moore (Ensaio sobre a cegueira), Matt Damon (Elysium), Harrison Ford (Território restrito), entre outros. Mas ela conta que as amizades mais consistentes e duradouras feitas no cinema foram com atores brasileiros, como Wagner Moura e Rodrigo Santoro (leia box na página 80), e mexicanos, como Gael García Bernal e Diego Luna, que ela considera “irmãos”. “Eles são referências de como construir uma carreira, de como se tornar uma figura pública sem perder mão da vida privada.”
O começo de tudo Quando não está filmando pelo mundo, Alice se divide entre os apartamentos que mantém em Los Angeles e em São Paulo, no bairro onde foi criada. “Minha irmã, Rita, continua morando na casa da Vila, e a sede da nossa produtora [o terceiro sócio é Felipe Braga, cunhado de Alice], a Losbragas, fica na esquina”, conta. Alice diz que pretende dedicar cada vez mais tempo aos projetos da Losbragas, revezando-se entre os papéis de atriz, diretora e produtora e apostando na questão do protagonismo feminino. “Faltam grandes personagens para serem interpretados por mulheres. Essa é uma discussão que precisa ser levantada”, afirma. Pela produtora ela estrelou, ao lado do ator Daniel de Oliveira, o projeto transmídia Latitudes, exibido no cinema, TV e internet, e codirigiu a série documental para o YouTube Neymar Jr.: a vida fora dos campos (“conheci o Juninho, como é chamado em família, um cara doce, educado e apaixonado pelo futebol”). Como atriz, Alice quer buscar cada vez mais papéis que a tirem da zona de conforto. “Sempre fui de coração aberto para os projetos que surgiam. Mas, agora, quero focar em trabalhos específicos, gostaria de fazer mais coisas independentes, tanto no Brasil quanto fora. Foi assim que comecei, com filmes como Cidade baixa, e é isso que quero voltar a fazer”, diz.
Um dos longas que estreou no Brasil em 2016 foi o cômico Entre idas e vindas, de José Eduardo Belmonte, em que interpreta uma operadora de telemarketing traída pelo noivo. “Foi um filme feito com pouco dinheiro e muita paixão. Não importa o tamanho do projeto, é preciso sentir que a equipe está trabalhando junto para contar aquela história. É por isso que o set de filmagem é o lugar que mais amo no mundo.” Belmonte diz que Alice sabe equilibrar virtudes das escolas hollywoodiana e brasileira de cinema. “De um lado, ela tem um aspecto intuitivo, que é muito nosso. Do outro, tem uma cultura pragmática, que é bem americana, e uma interpretação minimalista, diferente da quem vem de novela e tende a sublinhar as intenções do personagem.” A atriz soma uma lista de diretores brasileiros com quem gostaria de trabalhar: Karim Aïnouz (Praia do Futuro), Felipe Hirsch (Insolação), Fernando Coimbra (O lobo atrás da porta), Felipe Barbosa (Casa grande), Gabriela Almeida Amaral (A sombra do pai) e Kleber Mendonça Filho (Aquarius). Sobre este último, conta que ficou emocionada com a participação do filme na competição do Festival de Cannes e os elogios feitos à atuação de sua tia, Sonia Braga. “Não sei se fiquei mais feliz como sobrinha ou como fã dessa atriz que é um ícone do cinema brasileiro.” No dia da entrevista, Alice ainda não tinha assistido ao filme (o longa estreia este mês nos Estados Unidos), mas sabe que a atriz interpreta uma mulher que superou um câncer de mama quando era jovem, nos anos 80, época em que não se falava tão abertamente sobre a doença. “Apoio sempre a informação e a conscientização sobre a saúde, por isso acho o Outubro Rosa uma campanha tão importante”, afirma.
Na estrada Ao contrário do que muita gente pensa, a carreira internacional de Alice não tem relação com a de Sonia. “Ela foi morar nos Estados Unidos quando eu era pequena, a gente teve pouco contato.” Mais importante na sua formação foi a mãe, Ana (irmã de Sonia), atriz e assistente de direção que a carregava para as gravações de publicidade. “Ela sempre me dizia: ‘Faz com alma. Se você acreditar, todo mundo também vai’. Carrego essa frase comigo.” A partir dos 8 anos, a menina começou a participar de comerciais, depois fez teatro no colégio e, mais tarde, entrou para o curso de Artes do Corpo na PUC- SP. Mas tudo mudou quando ela foi chamada por Fernando Meirelles – com quem tinha feito filmes publicitários – para um teste em Cidade de Deus (2002). A explosão internacional do longa rendeu um convite para ser representada por uma agente de Hollywood. E, então, Alice teve que tomar a decisão de deixar para trás a família, os amigos, a vida em São Paulo. “Foi meu pai quem mais me incentivou”, afirma. Ninho Moraes, jornalista e diretor de TV, lembra que não foi simples. “Ela estava recebendo muitos convites para fazer televisão no Brasil, mas a agente disse que só daria certo se ela se mudasse para os Estados Unidos e estivesse disponível para os testes. Foi difícil na época, mas logo ficou claro que ela fez a escolha certa.” O pai define a filha como um “bicho de set”. “O Walter Salles me contou uma história de On the road. A Alice havia acabado as cenas dela de manhã, mas ficou no set, ajudando na produção. No fim do dia, ela ainda estava lá. Então o Walter falou: ‘Como você não vai embora, vamos fazer outra cena’. Alice sempre foi assim. A casa dela é o set.” Fora do cinema, a atriz leva uma rotina simples. “Tapete vermelho, coletivas para a imprensa são ossos do ofício. Se você quiser saber quem eu sou, dá um pulo na Vila. Vou estar de Havaianas, tomando uma cerveja no boteco”, diz. Quando viaja, prefere casas de amigos a hotéis de luxo. “Sinto falta de quem está longe. Por isso, sempre digo que saudade é amor.” Reservada na vida pessoal, Alice afirma estar solteira e que a maternidade está nos planos. “Não coloco minha intimidade no Instagram. Gosto de usar minha voz para falar de trabalho.” Amigas desde que se conheceram no Festival de Veneza em 2008, a apresentadora e cineasta Marina Person afirma que a simplicidade é a marca da atriz. “Quando tem pré-estreia, ela me pede um vestido emprestado. O glamour não é sua prioridade, mas os amigos são. A Lili não mudou o jeito dela porque entrou no esquemão de Hollywood. Nunca a vi exigindo nada.” Mas, se for preciso, Alice sabe muito bem interpretar o papel de mulher poderosa. Quando coloca um vestido e começa a posar para as fotos da revista GOL, já é perfeitamente possível imaginá-la chefiando um império do crime e salvando o mundo de zumbis e aliens com sua carabina.

TRÊS POR UM 

Atores brasileiros de maior sucesso internacional, e amigos fora do set, Alice, Wagner Moura e Rodrigo Santoro trocam elogios:

“Alice é uma pessoa luminosa, generosa, talentosa, divertidíssima, de bem com a vida, leve e profunda, chique e bagaceira, uma estrela e a atriz mais pé no chão que conheço. É uma das minhas melhores amigas, e eu a amo profundamente.” Alice por Wagner Moura.

“O Wagner é uma referência pessoal e profissional para mim. Foi trabalhando com ele em Cidade Baixa que entendi o que é atuar, se entregar a um papel. Ele é uma pessoa que consegue ser pública e, ao mesmo tempo, extremamente reservada. Um exemplo.” Wagner por Alice.

“Conheci Alice quando trabalhamos juntos em Cinturão vermelho, do David Mamet. Ficamos amigos imediatamente. Alice é a encarnação da simpatia. Além do enorme talento, é uma pessoa afetuosa e divertida” Alice por Rodrigo Santoro.

“Eu chamo o Santoro de hermano. A gente tem uma conexão muito forte. É um ator completo e uma pessoa fácil de gostar e de conviver, um amigo querido e atencioso. Ele soube construir uma carreira sólida em Hollywood sem tirar os pés do Brasil.” Santoro por Alice

Fonte: https://www.voegol.com.br/pt/servicos-site/Magazine/Revista_GOL_175.pdf

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Top5 Coisas para Alice fazer em 2017

Embora, todos sabemos que 2016 foi apenas uma continuação desastrosa e mal humorada de 2015, como fãs da Alice não podemos reclamar completamente desse ano. Afinal, vimos Alice estrear filmes, fazer campanha publicitária, e principalmente não só estrear uma série na gringa como garantir a segunda temporada da mesma. Mas, eis que chega o fim de ano, e nos unimos na torcida que 2017 seja um ano muito melhor. Assim, no último top05 desse ano, fiz uma lista de cinco coisas que Alice poderia fazer em 2017, não vou contar a segunda temporada de QOTS e a estreia de "A cabana", porque já estão praticamente garantidos.

5. Minissérie nacional
Essa já estaria engatilhada. Alice pode viver Aracy Moebius de Carvalho Guimarães Rosa, ao lado do muso Rodrigo Santoro. Amigos e parceiros de cena de longa data esse é um projeto que pode ver a luz do dia em 2017. O único porém é mesmo a agenda dos dois. Alice filmando QOTS e Rodrigo provavelmente envolvido em Westworld - ainda não assisti essa, não sei:  ele volta na segunda temporada ? - mas ficamos na torcida para, quem sabe, vermos a história desse casal que atuou para ajudar pessoas a escaparem do nazismo, contada na globo, embora as chances de ir parar em janeiro de 2018, sejam reais, poderia fazer parte da programação do próximo fim de ano.

4. Novela
E já que estamos falando em programação nacional, que tal ver Alice em uma novela global? A Lili mesma declara sempre, sua vontade de fazer parte de um folhetim tupiniquim, a agenda novamente é um impedimento, mas há sempre a possibilidade de Alice fazer uma participação, ou melhor ainda participar da primeira fase de alguma produção (e bota a tia Sônia pra interpretar ela mais velha, imagina?). Fica a torcida.

3. Talk shows
Wagner Moura já foi no Jimmy Kimmel e no Jimmy Fallon; ainda estou esperando Alice fazer uma participação em algum desses programas. No Brasil, acabamos de perder um dos únicos dois lugares onde Alice costumava dar entrevistas recorrente (o programa do Jô), e agora só nos sobrou o Altas Horas. Talvez na divulgação da segunda temporada de Queen Of The South, nós vejamos Alice estrelando seu sorriso em algum sofá famoso de 2017, ou em programas como o Today Show e Live with Kelly que já recebeu, por exemplo, a brasileira Morena Bacarin, a participação da Alice em novas entrevistas seria muito facilitada pelo tópico abaixo.

2. Alice concorrendo em premiações
2017 seria um ano lindo para Alice começar a concorrer a premiações fora da América Latina. Infelizmente, há alguns pontos contra Alice e não envolvem, jamais, falta de talento. Começamos pelo fato da série de Alice não fazer o tipo que é indicada em premiações, os dramas e as grandes produções são muito mais visadas, além disso, a rede USA Network ainda está engatinhando no quesito premiações, sendo a sua mais brilhante cria, a novíssima "Mr. Robot"; o fato de Alice ser uma atriz latina, sejamos sinceros, não colabora muito em premiações dominadas por norte-americanos e britânicos. Mas Wagner Moura conseguiu uma indicação ao Globo de Ouro por Escobar. Há esperança. No quesito cinema, Alice só tem confirmado "A Cabana" e conhecendo a mensagem didática religiosa por trás do filme, infelizmente duvido que o mesmo vá parar em alguma grande premiação.



1. Alice em um filme com a Sonia Braga
Imagina isso? Na verdade, se tivermos Alice envolvida em qualquer filme em 2017 será uma conquista, pois ela deve passar boa parte do ano envolvida nas filmagens de QOTS e se a minissérie da Globo ir a frente só devemos ver Lili nas telonas em "A Cabana", mesmo, além dos seus trabalhos como produtora. Mas fim de ano é tempo de esperança, Alice já declarou vontade de trabalhar com o diretor de Aquarius, o mais recente filme da Sônia. Vai que o diretor faz uma dobradinha com Sônia e ainda inclui Alice no pacote?

Esse top05 foi, claro, mais uma vez, uma grande soma de suposições e torcida.

O que queremos desejar para Alice Braga em 2017 é mesmo muita saúde e felicidade!

Ano que vem - daqui a mais ou menos um mês - O top05 retorna, mas eu continuo ligada para atualizar alguma novidade que possa aparecer e de olho nas filmagens da segunda temporada de QOTS que devem começar em janeiro.

Percebi que com o "A minha modéstia opinião" de QOTS (que aliás, encheu o blog de acessos, obrigada ;), acabei não postando nenhuma crítica dos últimos filmes da Alice, em especial, El ardor e O duelo. Pretendo aproveitar os próximos feriados para reparar essa falta, então entre uma rabanada e outra checa o blog.