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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Top05 filmes com Alice Braga que foram adaptados de livros

Todos sabemos que atualmente Alice é a rainha do Sul na USA Network. Todos sabemos também que a série que deve retornar no meio do ano é baseada em um popular romance espanhol. Nos cinemas, Alice está em cartaz como Sofia em "A Cabana" adaptação do romance de William P. Young, que conta a história de,  Mack, um homem atormentado pela perda de sua filha mais nova, que acaba sendo "convocado" para uma conversa com Deus justamente na cabana onde sua filha teria sido morta.

Pois bem, parei para refletir em outras cinco vezes em que Alice esteve em uma adaptação de um livro para as telas grandes e aí está a lista:

5. Cidade de Deus (2002)

Alguns podem não saber, mas esse clássico do cinema nacional dirigido pelo Fernando Meirelles, é adaptado do livro de mesmo nome de Paulo Lins, lançado em 1997. A adaptação da história de Zé pequeno e sua turma, marca o início da carreira da Alice (antes ela tinha feito apenas o filme independente Trampolim) com pé direito e é também um grande marco na história do audiovisual do Brasil, pois além de ser visto no mundo todo e concorrer a categoria(s) no Óscar, abriu as portas para uma nova linguagem cinematográfica: para o bem e para o mal, depois de CDD pipocaram produções sobre as "favelas", as periferias e comunidades. Filmes como "Linha de Passe" "Tropa de Elite" e "Alemão" são frutos diretos ou indiretos dessa interferência.    

4. Eu Sou A Lenda (2007)
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O blockbuster mais bem sucedido da carreira da Lili também vem de um livro. "Eu sou a lenda" o livro de Richard Matheson, é um clássico da ficção científica/horror da década de 1950 (sim! é bem antigo) e narra a extinção da humanidade que, após uma praga, se transforma em um grupo de vampiros sedentos de sangue. A versão de 2007 com Will Smith e Alice não é a primeira adaptação do texto no cinema. Há outras duas versões: The last man on earth, de 1964, com Vincent Price no papel do protagonista Robert Neville; e The Omega Man, de 1971, com Charlton Heston no papel principal.
Quem já leu o livro e assistiu a versão de 2007 dirigida pelo Frances Lawrence garante que os dois tem pouca coisa em comum, no livro o foco é para a solidão e os desafios enfrentados pelo Robert Neville, enquanto o filme foca mais na sobrevivência dele à praga - até como forma de dar uma ação a história.


Para quem tiver interesse em ler, a obra foi lançada recentemente em nova edição pela editora Aleph.


3. Ensaio sobre a cegueira (2008)

Já falei aqui e repito que amo esse filme: além de ter Alice, ainda conta com Julianne Moore e Mark Ruffalo dois atores que eu admiro bastante. Baseado no livro de mesmo nome publicado em 1995, do ilustre autor português José Saramago, o filme (também dirigido por Meirelles) não foi tão compreendido assim no circuito internacional, mas cumpre perfeitamente seu papel de adaptação, tanto que o próprio Saramago aprovou. Também é um filme de tom apocalíptico, mas a ameaça que atinge a humanidade é a metafórica cegueira do título. É uma bela obra e ainda que não seja tão comercial, também é um belo filme.

2. Na Estrada (2012)

Baseado na obra On The Road de Jack Kerouac, este é outro filme "estrangeiro", comandado por um diretor brasileiro, trabalhando em um livro de difícil adaptação. O filme de 2012, de Walter Salles, foi recebido de forma praticamente indiferente pelo público e pela crítica, muito porque muitos consideravam que o livro era uma daquelas obras que não se consegue adaptar. Em parte acho que há uma certa razão já que On The Road, o livro (que no Brasil foi publicado como Pé na Estrada) é um livro de reflexão, com o personagem principal - um alter ego do Kerouac - narra suas aventuras e desventuras em viagens pelos Estados Unidos.
Particularmente eu achei um livro muito norte-americano, e embora ame o trabalho do Salles acho que um diretor estadunidense de repente pegasse melhor o espírito da coisa. Apesar disso, o filme vale pela trilha sonora, fotografia e elenco talentoso, entre eles Amy Adams, Kirsten Dunst e Viggo Mortensen.


1. Muitos homens num só (2015)

Coube à diretora Mini Kerti, adaptar o livro “Memórias de um Rato de Hotel”, de João do Rio; nele encontra-se o Dr. Antônio, uma figura mítica do crime conhecido por furtos em hotéis de luxo no Rio de Janeiro do início do século XX. No filme Alice interpreta Eva, uma mulher talentosa que é obrigada pelas normas sociais do tempo, há se "conformar" com o papel de esposa e dona de casa, e que acaba se interessando por um dos "personagens" interpretados pelo Dr. Antônio, no filme vivido pelo baiano Vladimir Brichta. O filme é bem diferente do que costumamos ver no cinema nacional e tem apenas como base um dos contos de “Memórias de um Rato de Hotel”.

domingo, 1 de janeiro de 2017

Muitos Homens Num Só (2015)

                      
Não deu para postar no Natal, mas vamos começando o ano novo com um post sobre um filme "velho" da Alice, que eu ainda não tinha feito uma review, trata-se do interessante "Muitos Homens Num Só", lançado em 2015. Para auxiliar nessa crítica (e me relembrar de alguns trechos, já que faz algum tempo que eu assisti), trago trechos da crítica "Entre a pipoca e o cult brasileiro" de Gabriella Feola do site Omelete (você pode ler na integra clicando no link). Os trechos da crítica dela estão destacados.

Baseado no livro Memórias de um Rato de Hotel - um conjunto de contos sobre um criminoso real que furtava hotéis no século XIX -  que foi publicado  por João do Rio (heterônimo de Paulo Barreto), o filme tem a direção firme de Mini Kerti, e narra a história de Dr. Antônio - o tal rato de hotel - que nos seus ataques a hotéis de luxo, utilizava-se de diversas identidades: daí, o título do filme.


"Um homem charmoso, inteligente e que não é exatamente o que diz ser. Entre golpes e mentiras ele conquista mulheres, amigos e ganha a vida. Praticamente um Frank Abagnale Jr. (Prenda-me Se For Capaz) nascido no Brasil lá pelo final do século XIX."


O filme brilhou no Festival de Cinema de Pernambuco de 2015 - levou 10 prêmios, incluindo direção, melhor filme, ator e atriz, além de direção de arte e trilha sonora. Graças principalmente a perícia técnica da recriação de um ambiente de época, bastante crível. Não faz feio a nenhuma das produções da Globo, por exemplo. Além disso, o roteiro e as falas estão em um tom muito agradável, no limite entre a linguagem rebuscada da época e os diálogos ao qual o público moderno se acostumou.


A química entre Alice e Vladimir Brichta, é um dos muitos pontos positivos do filme, Alice (já tendo atuado com Lazaro Ramos e Wagner Moura, em outras ocasiões) pode finalmente trabalhar com o terceiro elo desse trio de grandes atores baianos, e forma ao lado dele um casal que a gente já tá shippando nos primeiros minutos, apesar de perceber que a relação dos dois vai envolvê-los em diversos problemas: ela por estar presa a obrigação de exercer o papel da tradicional esposa "bela, recatada e do lar" e ele pelo passado nebuloso e pela carreira desonrosa.



" o longa desenvolve personagens profundos e, principalmente, fiéis a si mesmos. Em diversos momentos, o Dr. Antônio passa perto de escorregar para fora da essência do personagem, mas em todas essas vezes ele contorna a situação, fazendo do quase escorregão uma demonstração de equilíbrio e destreza."


O oposto desse casal improvável é formado por uma outra dupla, o investigador Félix Pacheco (Caio Blat) e seu parceiro de investigação. As discussões sobre a descoberta da unicidade das nossas digitais, além de outras "gracinhas" investigativas, dão um tom ainda mais simpático ao filme, especialmente na interpretação do maravilhoso ator Caio Blat, que tem papeis que sempre me cativam no cinema.


"Blat faz dupla com Silvio Guindane, ator que vive uma espécie de jornalista alter-ego de João do Rio, com quem discute questões sociais, éticas e avanços tecnológicos das ciência forense".

                                         

Sobre a personagem da Alice: Eva, é uma esposa de um homem de negócios, logo na primeira cena dela, podemos ver o marido a reprimindo por não agir com a descrição que lhe era "esperada", e esse tom de "rebelião dos padrões mais tradicionais" vai seguir a personagem por todo o filme, a unidade nas atitudes dos personagens, é mais um dos muitos pontos positivos do filme. Eva é uma talentosa desenhista, mas é impedida pelo marido de exercer o seu talento, e vê na imagem do sedutor Dr. Antonio uma espécie de elo para a liberdade que ela parece ansiar, enquanto isso, ela mesma funciona "desarmando" o até então imparável ladrão.


"Apesar de Muitos Homens Num Só ser um drama, as pequenas trapaças da primeira parte do filme, salpicadas com breves perseguições, criam um tom de aventura que dá dinâmica ao filme, sem torná-lo mirabolante. Kerti acompanha a história do anti-herói carismático e escorregadio mas não se limita ao esquema de filmes de golpe em que a trama busca prender o espectador pela sua suposta complexidade e por ligações inusitadas entre mais de uma dúzia de personagens improváveis. Muitos Homens Num Só se mantém sobre uma base simples, porém bastante sólida."


Se devo pontuar algum ponto negativo do filme, eu diria que a fotografia/iluminação do filme - embora muito bem feita e até premiada - soa um pouco "sem graça" aos meus olhos modernos, esse tom "cinza" do filme o faz parecer monótono, mas tem totalmente motivo de ser: representar uma época menos cheia de vida, mesmo. Devo confessar, também, que não gostei muito do fim do filme, mas foi no sentido de: entendo, mas não concordo. O clássico final feliz, visivelmente não era a alternativa mais viável e crível para um casal tão improvável, em especial se tratando de um filme de época (onde divórcio e segundos casamentos ainda eram tabus) além do mais, uma personagem forte como Eva precisava de um final que destacasse justamente essa força e auto dependência nela, ainda assim, dá uma tristezinha de ver como as coisas se desenrolam, mas nada que estrague a presteza técnica e o cuidado com que é conduzido todo o filme.


segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Top05: Grandes diretores que já trabalharam com Alice Braga

O top05 de hoje traz os diretores famosos que já trabalharam com a Alice ao longo dos quase quinze anos de sua carreira. Confira:

5. Francis LawrenceResultado de imagem para francis lawrence
Esse diretor austríaco é mais conhecido pela adaptação dos últimos três filmes da saga Jogos Vorazes, que estrearam entre 2013 e 2015. Lawrence é o diretor ainda do regular Constantine (2005), que fez sucesso o suficiente para render uma série de TV em 2015. Ele trabalhou com Alice em seu mais conhecido filme internacional "Eu Sou A Lenda", e eu fiquei pensando que roteiro uniria esses dois novamente? Algum palpite?

4. Neill Blomkamp
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Esse é um dos diretores que figuram fácil nas lista de você tem que ficar de olho. Diretor do aclamado filme Sul-africano Distrito 09, ele não teve tanta sorte em Hollywood, com o futurista Elysium (2013), mas nada que manche seu prestígio ou sua mensagem social impactante. Ainda estou esperando ele trabalhar com a conterrânea Charlize Theron em algum filme solo da Furiosa de Mad Max (sonhar, não custa nada), e se tiver Alice em algum filme futuro, a gente comemora! No momento, ele estaria envolvido em um novo filme do Alien com a diva Sigourney Weaver.

3. Walter Salles
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Um dos mais conhecidos diretores brasileiros da contemporaneidade Salles ficou mundialmente conhecido por um dos mais bonitos filmes nacionais da história: Central do Brasil (1998). Ele e Alice trabalharam juntos na adaptação do livro On The Road (2012), e na época da divulgação do filme Alice declarou que trabalhar com Walter era um dos motivos para ter aceito o papel no filme. Esperamos novas parcerias.



2. Fernando Meirelles
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E por falar em parcerias, esse diretor figura ao lado de Salles como um dos diretores nacionais mais queridinhos do público e da crítica. Apesar de ter seus últimos filmes não tão bem aceitos pelo público quanto os primeiros, Meirelles continua trabalhando bastante sendo um dos responsáveis pela direção da incrível abertura das Olimpíadas do Rio 2016. Uma outra parceira com Alice também seria ótima, já que os dois já trabalharam juntos em Cidade de Deus (2001), e Ensaio sobre a cegueira (2008), além de fazerem trabalhos publicitários juntos.

1. David Mamet
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No alto da minha ignorância eu desconhecia o trabalho de Mamet, antes de Alice trabalhar com ele. Além de diretor, ele é roteirista, escreve peças de teatro, poemas e romances. Ele trabalhou com Alice em Cinturão vermelho (2009), onde roteirizou e dirigiu o filme que contava ainda com Rodrigo Santoro. Mamet é roteirista, entre outros filmes, do assustador Hannibal (2001).

Menções honrosas:

- Mini Kerti em "Muitos homens num só" (2015)
- Lina Chamie de "A via láctea" (2007)
- "Pablo Fendrik" em El Ardor (2014)

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Alice em dois eventos no Rio de Janeiro

Semana movimentada para Alice!


Aconteceu, no Teatro Municipal no Rio, na terça-feira (4), a 15ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro e Alice que era indicada pelo papel de Eva, em "Muitos homens num só" compareceu.
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Infelizmente, Alice não ganhou, mas declarou: 
"Sempre fico nervosa e com muito frio na barriga. Não tem como se acostumar com essas premiações porque são sempre diferentes umas das outras. No dia em que me acostumar, não será normal. Não pode ser simples, né? A expectativa faz parte do evento", explicou ela, aos risos.
Com os cabelos soltos, ela também afirmou que adora o clima no Brasil e que não descarta a ideia de trabalhar aqui. "Não tenho vergonha de pedir emprego. Gostaria de ficar mais tempo no meu país", resumiu ela, afirmando que tem vontade de fazer novela no Brasil. A torcida é grande!


Fonte: Ego

E ontem, dia 05, ela compareceu como uma das juradas ao prêmio Netflix que teve como filmes vencedores: “O último Cine Drive-in”, de Iberê Carvalho, escolhido pelo voto popular, e “Ventos de Agosto”, de Gabriel Mascaro, escolhido pelo time de jurados. Corre lá na NETFLIX pra conferir!
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quinta-feira, 25 de junho de 2015

ESTRÉIA MUITOS HOMENS NUM SÓ

Estreia hoje o longa "Muitos Homens Num só!"
Como sabemos, estréias nacionais costumam ocorrer em salas limitadas, então procure saber se o filme está presente em um cinema perto de você!

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Continua divulgação de Muitos Homens Num Só

Alice continua com sua divulgação de "Muitos Homens num só" que estreia dia 25. Ela deu uma entrevista na quarta-feira (10) ao Jô Soares, na rede Globo.
Na entrevista - onde Alice está ainda mais linda, e com o super sorrisão de sempre - ela fala sobre vários novos projetos como o novo filme, a série pra TV e um filme que deve pintar em setembro (faltou falar de A cabana, né?)
Ela ainda fez meu dia pois descobri que a gente tem a mesma mania de não comer peixe e frutos do mar!
 
Confira a entrevista completa no link:
 
E você pode conferir um vídeo dos bastidores do filme divulgado pela Vogue Brasil no mês passado, clicando aqui:
 
E imagens da Alice na pré-estreia do filme na terça dia 09, no Rio de Janeiro:
Fonte das fotos: Quem

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Mais sobre divulgação de Muitos Homens num só

Alice vai ceder uma entrevista amanhã para a BR Press. Confira uma pequena matéria sobre a atriz:

(BR Press) - O filme brasileiro Muitos Homens Num Só chega ao circuito comercial, em 25/06, com muitos trunfos, sendo o principal dele ter a atriz Alice Braga no elenco. Ela está no Brasil e deve bater um papo com a reportagem da BR Press nesta sexta (12/06).
    Alice Braga será a primeira brasileira a protagonizar uma série de TV nos Estados Unidos, Queen Of The South, que será exibida pelo canal por assinatura USA. Ela interpretará uma mexicana que comanda um cartel de drogas. “Me escolheram para fazer essa série, eu, uma atriz que tem sotaque, que não é americana. É muito simbólico', disse ao jornal O Estado de São Paulo.

Agora diretora: 
    Apesar de ter uma carreira consolidada no cinema norte-americano, a paulista conta que sente falta de sua cidade de origem. "Morro de saudade! Nunca vou deixar de morar em São Paulo. É o meu lugar no mundo", contou a atriz, que assina a direção de um documentário sobre a vida de Neymar.
    Aos 32 anos, dez deles atuando também fora do país, a sobrinha de Sônia Braga conta que nunca se deslumbrou com o glamour que envolve a profissão. No cinema internacionai, ela poderá ser vista em The Burning (El Ardor), com Gael Garcia Bernal, Kill Me Three Times (ao lado de Simon Pegg) e By Way Of Helena (com William Hurt).

Premiada:
    Longa de estreia da diretora carioca Mini Kerti, Muitos Homens Num Só venceu em dez categorias da edição de 2014 do Cine PE: melhor atriz (Alice Braga), melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro (Leandro Assis), melhor edição de som (Sérgio Mekler), melhor trilha sonora (Dado Villa Lobos), melhor direção de arte (Kiti Duarte), melhor ator (Vladimir Brichta) e melhor ator coadjuvante (Pedro Brício), além do prêmio do júri popular.
    Conta a história de um ladrão com vários nomes. Dr. Antônio ganha notoriedade nas páginas dos jornais graças a seus furtos infalíveis. O larápio usa de múltiplas identidades, que permitem que ele passeie por todas as classes sociais, tendo como alvo a aristocracia carioca.  Procurado pela polícia, ele arrisca tudo quando se envolve com Eva, uma mulher casada. O Rio de Janeiro movimentado pelo início do século XX é cenário desse improvável romance entre Eva e Dr. Antônio. Inspirado na obra do jornalista e cronista João do Rio.

Fonte: BR Press


Por conta da divulgação de Muitos Homens num só, Alice também está em uma matéria do Globo. Como eles são muito chatos nesse negócio de reprodução, aqui vai o link:

http://oglobo.globo.com/cultura/filmes/alice-braga-esta-no-longa-muitos-homens-num-so-protagoniza-serie-americana-16384007

E a foto da reportagem que ela tá linda:

Coletiva com imprensa para 'Muitos Homens num só'

Vladimir Brichta e Alice Braga apresentam seu novo filme

Vladimir Brichta, Alice Braga e Caio Blat reuniram a imprensa para falar do novo filme que gravaram juntos, o Muitos Homens Num Só, em uma coletiva que aconteceu nesta terça-feira (09) no Hotel Mercure Botafogo Mourisco, localizado na zona sul do Rio de Janeiro.
Além do trio de atores, estavam também lá a diretora do longa, Mini Kerti, e o ator Silvio Guindane. Após responder às perguntas dos jornalistas, o quarteto ainda posou para fotos junto com o material de divulgação do longa.
Com estreia marcada para o dia 25 de junho, Muitos Homens Num Só se passa no Rio de Janeiro no início do século 20. Vladimir encarna o dr. Antônio, que passa o seu tempo se hospedando em hoteis luxuosos para furtar os hóspedes. Tudo muda quando ele conhece Eva (Alice Braga), esposa do ganancioso Jorge (Pedro Brício). E quem tenta colocar um fim nas artimanhas do médico é Felix Pachedo (Caio Blat), que começa a usar a então recente técnica de impressões digitais para descobrir quem é o bandido.
Confira imagens: 


Fonte: Conexão Penedo

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Trailer de Muitos Homens num só

E saiu ontem (dia 19) o trailer de 'Muitos homens em um só' filme dirigido por Mini Kerti que traz a Alice no papel de Eva, uma desenhista que abre mão de seu talento por conta de seu casamento.
O filme está previsto para chegar aos cinemas dia 18 de junho. O trailer é lindo de viver! Agora é torcer para ter uma distribuição decente nas salas do país!

Fonte: Cinepop

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Vladimir Brichta fala sobre 'Todos os homens num só'

O  ator Vladimir Brichta falou sobre o filme 'Muitos Homens num só' em que contracena com Alice, que está em exibição na mostra de SP. Confira as partes onde ele fala sobre o filme e cita Alice para o G1. 


Quis trazer 'algo de pop' para filme de época, afirma Vladimir Brichta
Na Mostra de SP, ator divulga thriller policial 'Muitos homens num só'.
Ele diz que se baseou no Leonardo DiCaprio de 'Prenda-me se for capaz'.

Ao lançar seu primeiro filme de época, Vladimir Brichta conta que o mais difícil foi fazer seu personagem instigante para os que não são vidrados em História. "Não queria um filme que agradasse a minha irmã, que é historiadora, mas que agradasse ao grande público", diz ao G1. Exibido no Cine PE, em Recife, "Muitos homens num só" tem sua última sessão na Mostra de Internacional de Cinema de SP nesta terça (21). Ainda não há data de estreia.
No primeiro longa de ficção da diretora Mini Kerti, Vladimir interpreta Artur Antunes Maciel, ladrão do início do século 20 que é inspirado em personagens de vários livros de João do Rio, em especial o romance "Memórias de um rato de hotel" (1912).
Gaúcho, de família rica, Artur hospedava-se com nomes falsos nos hotéis do Rio para roubar. Fingindo-se como doutor Antonio, ele vive um romance com Eva (Alice Braga), desenhista casada com Jorge (Pedro Brício), um homem ambicioso e pouco atento aos interesses de sua mulher. Félix Pacheco (Caio Blat), diretor do Gabinete de Identificação, decide pôr um fim ao reinado do "rato de hotel".
 Vladimir Brichta e Alice Braga em 'Muitos homens num só' (Foto: Divulgação)
G1 - Você já tinha feito algum trabalho dramático de época antes? O que foi mais desafiador neste filme?
Vladimir Brichta - Nunca tinha feito drama de época com esse rigor que o filme foi feito e que o cinema pede. Conversando com a Mini [Kerti] e com a Alice [Braga] no set, eu repetia que não queria fazer um filme que agradasse a minha irmã, que é historiadora, mas que agradasse ao grande público. Não queria que fosse um filme que ficasse tão fiel à época que acabasse sendo um retrato histórico. Achava que podia ter algo de pop, de popular mesmo, de flertar com uma linguagem que tem o romance, a história de amor, perseguição, thriller policial. O filme tem uma direção de arte muito bonita e bem executada. É um filme de orçamento baixo e conseguiu um resultado muito impressionante. A fotografia ajudou muito nisso.
O próprio Rio de Janeiro é um cenário. Tudo isso ajudou a entrar nessa atmosfera. A parte mais difícil para mim foi fazê-lo crível, pertencente àquela época, mas instigante para o público de hoje. Não temos registro das pessoas sendo filmadas conversando no meio da rua de forma espontânea. Temos a literatura do início do século passado, mas eu não queria endurecer a fala desse indivíduo. O cara era um ladrão, andava pelas ruas, se envolvia com prostitutas, ele não era tão formal assim. De resto, contracenar com a Alice e contar uma história foi muito agradável. A Mini é uma diretora que, além de muito talentosa, tem um domínio do set muito bom. Ela sabia a história que há muitos anos já tentava fazer. Ela tinha calma para lidar com o pouco tempo que a gente tinha. Filmamos em um mês.
 Alice Braga, Vladimir Brichta e Pedro Brício em 'Muitos homens num só' (Foto: Divulgação)
G1 - Como surgiu o convite? O que te atraiu a fazer o papel?
Vladimir Brichta - A ideia de fazer um drama de época era instigante. A ideia de trabalhar com a Mini na sua primeira ficção também. Eu já participei do primeiro longa de alguém outras três vezes e isso tem algo de muito legal porque envolve uma paixão e um desejo contido de longa data dos diretores. Tem algo bastante autoral no primeiro trabalho. O fato de trabalhar com a Alice [Braga], que é uma atriz que eu admirava e temos muitos amigos em comum. E o roteiro obviamente. Quando li esse universo fantasioso do João do Rio, que eu conhecia pouco, me interessei muito. Tive que entrar em contato com o Rio de Janeiro de um século atrás. Fiz uma ressonância do roteiro e os filmes a que eu assisti e que me inspiraram foram "O talentoso Ripley" [1999, com Matt Damon] e "Prenda-me se for capaz" [2002, com Leonardo DiCaprio].
G1 - O filme foi exibido em Recife e levou vários prêmios, incluindo o seu de melhor ator. Como você vê o papel dos festivais de cinema no Brasil? Levar prêmios realmente ajuda a dar visibilidade aos filmes?
Vladimir Brichta - Os festivais são uma forma do filme passar por algum tipo de critério e começar a ser visto. Mas o público de festival é um pouco diferente no sentido de ser mais crítica. Hoje a gente vive uma efervescência de festivais no mundo afora que dão visibilidade. E no meio de tantos festivais, claro que alguns dão mais destaque e têm mais peso. Num cenário nacional, certamente o de Pernambuco é um dos mais representativos. Em Recife também tem o Janela [Internacional de Cinema]. Ter passado pelo Cine PE e ter sido tão bem recebido é um incentivo muito importante, além da alegria e do reconhecimento, para um filme de médio porte. A gente vive hoje no Brasil uma ausência dos filmes médios, que fazem um bom público, mas que não chega a 1 milhão. O mercado está muito pautado nas comédias que fazem alguns milhões de espectadores e que certamente são um benefício e uma conquista para o cinema nacional. Mas esses filmes têm que puxar uma fila para os filmes médios e pequenos. Por isso eu sou uma pessoa empolgada com os festivais.

Confira a entrevista completa aqui: http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2014/10/quis-trazer-algo-de-pop-para-filme-de-epoca-afirma-vladimir-brichta.html

Fonte: Adaptado do G1