Um blog sobre a atriz brasileira Alice Braga e seu incrível trabalho. Você deve conhecer Alice de seus trabalhos em 'Cidade de Deus', 'Eu Sou a Lenda' e 'Elysium'; e como a protagonista da série Queen of the South.
A RAINHA DO SUL terá 13 episódios e produção executiva de David T. Friendly (Pequena Miss Sunshine), juntamente com M. A. Fortin e Joshua John Miller (Terror nos Bastidores). Scott Rosenbaum, veterano produtor televisivo responsável por The Shield – Acima da Lei e Chuck, é o showrunner da série. A série estreia no canal SPACE em dia 7 de julho, às 22h30.
Além disso, em julho, a série também inaugura a nova franquia “Space em Série”. Todas as quintas à noite, o canal exibirá três produções exclusivas em horário nobre, na sequência, e na primeira quinta-feira de julho, a programação será:
22h30 – A Rainha do Sul23h20 – Zoo – Episódio 10h10 – Zoo – Episódio 2 *
Com reapresentação aos domingos às 21h e às segundas na faixa da meia-noite*
A RAINHA DO SUL – dia 7 de julho (quinta), às 22h30**
*Programação sujeita a alterações
**Horário de Brasília. Programação sujeita a alterações sem aviso prévio.
Queen B em nova capa e com entrevista nova, tradução exclusiva aqui no Alice Braga Fã. Falta uma semana exata para a estreia da série!
Antes que houvesse Pablo Escobar
e "Narcos", havia Teresa Mendoza e "La Reina del Sur"; agora
há a sua adaptação em língua inglesa, do USA: "Queen of the South".
Embora Teresa seja uma personagem fictícia, há paralelos suficientes com a líder
do notório cartel de drogas mexicano, a "Rainha do Pacífico" Sandra
Ávila Beltrán que serviu como um ponto de referência para a estrela revelação da
série: Alice Braga.
"Claro que você precisa olhar
para essa louca, assustadora, aterrorizante mulher, ainda que Teresa não seja
assim", Braga diz de sua outra inspiração da vida real, Griselda Blanco, a
"madrinha da cocaína" dos anos 70 e 80, que supostamente cometeu mais
de 200 assassinatos antes de ser morta a tiros em Medellín, Colômbia, em 2012
(no mesmo ano, Business Insider* valorizou seu império em US $ 2 bilhões).
Teresa vai fazer lucros
semelhantes depois de seu início cometendo pequenos delitos nas ruas do México,
onde ela conhece e se apaixona por Güero (Jon Ecker) membro do cartel, e logo vai
viver a vida abundante de namorada de um traficante de drogas. Convivendo com o
mais alto escalão de narcotraficantes do México, ela leva a culpa
depois que o plano de Güero em lucrar com
ambos os lados da lei é descoberto.
Onde alguns encaram a morte e
olham para Deus, Teresa não vê nada além de seu próprio futuro, ostentando um
penteado elegante, óculos de sol de tamanho grande, e um terno branco
imaculado. Esta Teresa é um contraste gritante com a mulher suja de camiseta temendo
por sua vida. É uma visão sedutora do que está por vir, tanto para Teresa como
para Braga, em seu primeiro grande papel na televisão.
O romance best-seller
internacional do autor espanhol Arturo Pérez-Reverte em que a série é baseada
foi à primeira introdução de Teresa para Braga e permaneceu sua fonte principal
ao longo das filmagens; a atriz diz que ela devorou o livro mais de sete anos
atrás e se apaixonou pela personagem imediatamente. "Eu me baseei muito no
livro, mesmo que mudem [ele] completamente [no roteiro]", diz ela.
"Eu queria interpretar esse personagem, porque é isso que me levou a fazer
a série."
A história da rápida ascensão de
uma mulher, em um comércio onde as mulheres são frequentemente escaladas como
mulas de drogas ou objetos sexuais, foi originalmente planejada como um roteiro
de filme para Eva Mendes, mas a passagem do tempo o transformou em uma série, no
momento em que Braga viu o script. O romance e Teresa deu a nativa de São Paulo
todo o combustível que precisava para moldar a integridade da personagem uma
vez que ela estava a bordo.
"Eu tenho tentado criar com
[os roteiristas] e, entender que jornada eles querem fazer, para criar este caminho do
ponto A ao ponto B, e como ela recebe essa força e essa confiança para se
tornar uma tão ruim (bad bitch)" diz Braga. "Foi lindo, porque [os
escritores da série] tinham perspectivas. Eles sabem que eu me inscrevi por
causa do personagem, então eu sempre lutei por ela... Eu queria manter sua espinha;
Eu precisava mantê-la e quem ela é. Eu sempre digo que eu sou a advogada do
personagem, então se eu não fizer isso, ninguém vai fazê-lo. Eu diria para [os
escritores], "Ela nunca faria isso, porque ela não é uma vítima. Se ela
fosse, ela nunca teria sobrevivido. Se ela fosse uma vítima, ela teria morrido no
México e não ido para os EUA".
Braga não é de interpretar
mulheres fracas. Depois de obter a sua primeira aparição em um grande filme em
2002 no brasileiro "Cidade de Deus", ela rumou ao mainstream dos EUA
em 2007, quando estrelou como a sobrevivente de epidemia companheira de
Will Smith em "I Am Legend". Ela continuou a pegar papéis em filmes
de ação, incluindo os "Predadores" que Robert Rodriguez produziu, no
qual ela interpreta uma assassina, "Redbelt", de David Mamet estrelando
ao lado de Chiwetel Ejiofor como sua esposa que não aceita desaforo, e o filme
sci-fi "Elysium" como a mulher da favela que contra as probabilidades
torna-se uma enfermeira.
"Eu nunca pensei em mim como
sendo esta poderosa sobrevivente, e ainda assim eu fiz um monte de filmes desse
tipo. No outro dia, um diretor de elenco disse a um diretor quando eu estava na
sala, "Ela é uma mulher muito forte, e eu fiquei tipo, ‘Sério? Obrigado, eu
não me sinto assim’", admite Braga.
Porque ela nunca tinha feito
série de televisão antes, a atriz diz que o compromisso de longa data,
recebendo seus roteiros um dia antes de filmar, e desenvolvendo os detalhes que
apontam a evolução desta personagem de menina de rua para queenpin, levou um tempo para se acostumar. Compreender seu
relacionamento contínuo com Teresa extrapolou seu próprio trabalho com o
material de origem e o script, assim como conversas com amigos atores,
incluindo Gael García Bernal, e seu treinador, com quem ela iria trabalhar de três
a cinco horas por dia.
Ele diz o tempo todo: "Os
personagens são o que os personagens são - não se esqueça disso, continue a pensar
assim, porque cada detalhe é importante, porque diz muito sobre os seres
humanos" ela explica. "Qualquer atitude que você toma em sua vida,
mostra quem você é."
Para dar mais humanidade para
Teresa, Braga tomou uma dica de Anthony Hopkins, com quem ela atuou em
"The Rite", e fez muitas anotações em sua história de fundo do livro:
a maneira que Teresa se vestia, suas relações com personagens de apoio, e em
seguida, traduziu toda essa informação para o script. A atriz também fez
questão de viver na pele de Teresa o mais profundamente possível, ao fazer suas
próprias cenas de ação.
Braga ri, ao recordar de ter machucado
seu pé durante a execução de uma cena ("Quando eu uso salto alto, meu
tornozelo ainda reclama"), e ri novamente quando ela se lembra do momento
infeliz durante uma cena, que a levou a ser atingida na boca com uma arma.
"Eu sou o tipo de atriz maluca que é muito, 'Vamos fazer isso! Vamos fazer
isso! '[Mas às vezes os executivos] eram como, 'Não faça isso’. Por isso, foi
engraçado."
A Filosofia “faça você mesmo” de
Braga estende-se além de sua atuação. Losbragas, a empresa de produção que ela gerencia
com a irmã Rita Moraes e com o roteirista/diretor, Felipe Braga (nenhum
parentesco), coloca a atriz em posição de dizer "Faça" sempre que ela
está inclinada a isso. Também planta-a firmemente em sua terra natal, onde ela
diz que a infra-estrutura de educação para atores e artistas é mínima em
comparação com os EUA, assim como são os papéis substanciais para as
mulheres que passam no teste de Bechdel**.
"Eu estou tentando
desenvolver algumas coisas para personagens principais do sexo feminino, especialmente
no Brasil, porque não é que nós não temos, mas ultimamente os filmes que temos
com personagens femininas a frente, são ou com mulheres divorciadas de 40 anos que
estão odiando seus maridos, ou estão à procura de um marido. Tudo está relacionado
[ao homem]", diz ela. "Eu amo atuar, mas é interessante se envolver
nos bastidores... [Porque] a minha mãe desistiu de ser atriz e tornou-se
assistente de direção, eu cresci indo para sets desde que eu tinha, 04 anos de
idade. Para mim, o sonho era estar em um set de filmagem, onde quer que esse set
fosse. "
Na frente ou atrás da câmera,
Braga reina suprema.
*Business Insider - site de notícias.
** O teste de Bechdel é um
questionário que analisa se uma obra de ficção possui pelo menos duas mulheres
que conversam entre si sobre algo que não seja um homem. Algumas vezes se
adiciona a condição de que as duas mulheres tenham nomes. Muitas obras
contemporâneas falham no teste, que é um indicativo de preconceito de gênero.
Mais uma entrevista para os sites gringos. Dessa vez, foi para a conhecida revista People. Tem até fotinha inédita. Confere a tradução do que a Queen B, tem a dizer sobre a Tereza:
Conheça a nova ardente potência desse verão na TV: "Ela apenas nunca vitimiza a si própria", diz a estrela de Queen of the South: Alice Braga
Alice Braga promete um retorno das mulheres duronas à televisão nesse verão.
Por: Krysten O'Brien e Molly Cahillane
"O que eu gosto sobre esta personagem é que ela é uma mulher muito forte que passa por circunstâncias muito ruins na vida", disse Braga à People na premiere de Queen of the South nesta quinta-feira no “ATX Festival de Televisão 2016”. "Ela simplesmente nunca vitimiza-se e sempre continua tentando sobreviver de um modo muito forte e pragmático. Eu acho que é um personagem bonito de se retratar – Especialmente, hoje em dia, em que não temos muitos personagens principais do sexo feminino. Este [personagem] poderia ser facilmente interpretado por um homem".
Com base na Telenova de língua espanhola La Reina del Sur, Queen of the South narra a ascensão de Teresa Mendoza (interpretada por Braga de Elysium), uma jovem do México, que se torna a traficante de droga mais poderosa na Espanha. Pense em uma versão feminina de Walter White*.
"Sendo uma mulher, uma mulher forte é muito interessante", disse Braga. "A jornada dela de ser essa mulher e tornando-se o que ela se torna, uma traficante de drogas, é uma viagem muito interessante de interpretar."
Os 13 episódios da primeira temporada de Queen of the South estreia em 23 de junho no USA.
* protagonista da famosa série Breaking Bad.
O link para as entrevistas originais em inglês você confere clicando na fonte :)
Fonte: People
E tem uma entrevista que ela concedeu ao UOL, toda simpática, como sempre. Clique aqui pra conferir.
Ai, e esse sorriso? E esse cabelo? E esse boneco do Óscar atrás? rsrs. É muito queen essa mulher...
Alice apareceu em toda sua simpatia e graça para anunciar a mídia brasileira que QOTS já ganhou data de estreia em terras tupiniquins. A série será exibida pelo canal Space, e estreia em 07 de julho, às 22:30, será semanal e, no total serão 13 episódios ah! é a voz da Alice que vamos escutar na versão em português!
A estreia nos EUA será no dia 23 e não 21 de junho como tinha sido anunciado antes.
Você confere o teaser de New American Dream que agora tá no Youtube:
Eis que junho chega e a divulgação de QOTS anda de vento em polpa!
Há uma semana foi lançado o trailer estendido de QOTS e eu já estou torcendo para o personagem do Peter Gadiot ser boa gente, por que ele já minha crush dessa série...
Alice também concedeu uma entrevista para a revista Latina e você confere a tradução - a.k.a - exclusiva abaixo:
EXCLUSIVO: ALICE BRAGA fala sobre ser a nova Kate Castillo em 'Queen of the South'
Alice Braga estava destinada para a realeza.
Desde que o mundo colocou os olhos em sua pele beijada pelo sol e olhar sensual como Angelica no conto já clássico sobre dogras / “Coming Age movie” (filme sobre amadurecimento), Cidade de Deus, ficou claro: Braga era uma rainha brasileira.
Mais de uma década desde o seu lançamento, alguns filmes de grande orçamento no meio(Elysium, Predadores), Braga encontra-se como Rainha: Rainha do Sul. Isto, na épica série de televisão da USA, que estréia 23 de junho. Depois que seu namorado traficante morre, Teresa Mendoza (interpretada por Braga) busca vingança e tornar-se a primeiro e única rainha das drogas. Todos saudam a rainha Braga.
Será que o seu ponto de vista sobre o mundo da droga mudou depois de retratar Teresa Mendoza? Acho que não. É engraçado porque é originalmente baseado no livro. Os escritores decidiram mudar as histórias do livro e criar uma nova jornada para Teresa. Mesmo que eu ache que aconteceu esse afastamento da história desta personagem com o livro, há certas cenas que ainda estão lá. Foi muito ficcional por isso não é 100 por cento como é no mundo real do México. É horrível o que está acontecendo lá agora. Mas eu acho que foi muito ficcional nesse sentido. Então, eu tentei me basear mais no livro do que no que está acontecendo no mundo das drogas hoje em dia.
Você mudou com base em interpretar um personagem que tem uma história tão violenta? É engraçado porque eu aprendi muito com ela na maneira de não me vitimizar. Acho que as vezes na vida nós consideramos muitas coisas como definitivas. Teresa era alguém nascida em circunstâncias muito pobre, mas que tornou-se uma mulher de recursos para cuidar de si mesma, ela foi abusada sexualmente, nunca teve uma família, aconteceu muita coisa na vida dessa mulher. Ela tem o desejo de seguir em frente e desafiar as circunstâncias em que ela foi colocada. Eu definitivamente aprendi com ela. Outra coisa, é que ela é alguém que nunca vitimiza a si mesma e eu acho que é importante que não façamos isso. Há sempre uma saída, há sempre algo que você 'pode lutar a favor ou tentar ser melhor’ e eu acho que Teresa tem isso. Ela escuta mais do que fala, ela observar muito, ela é alguém que é muito pragmática. Então, esses pequenos detalhes realmente me inspiraram.
Que tipo de pesquisa você fez para o papel? Foi principalmente o livro. Eu pulei nele devido a paixão que tenho pelo livro. Li o livro há oito anos atras e eu me apaixonei por ela [teresa] completamente. Eu principalmente tentei conectar os detalhes de quem ela é, que tipo de ser humano está no livro, quais são suas qualidades e quais são os detalhes e comportamentos. E é por isso que eu acho que o livro era meu foco principal. Trabalhando com os diretores e lendo o roteiro e tentando me conectar com o material que estava surgindo.
Soa como uma espécie de versão latina de Os Sopranos. Bem, eu amo Sopranos. Isso seria tão incrível, mas eu não tenho certeza que é 100 por cento semelhante. Não tem muita comédia e acho que Sopranos tinha algum tipo de humor. Acho que Queen of the South é um pouco mais orientada para o tipo de série de ação. Sim, ele tem esse estilo da máfia, mas é diferente, mas seria ótimo se as pessoas que gostaram de Sopranos gostem de Queen of the South. Isso seria muito especial.
Você assistiu La Reina del Sur com Kate del Castillo? Como QOTS é diferente? É semelhante? Sim, eu assisti e acho que Kate é uma atriz maravilhosa. Eu assisti alguns episódios, porque eu amo o livro. Eu estava animada que a novela foi 100 por cento de como o livro era e acho que ela fez um ótimo trabalho. Penso que a nossa série será diferente por não seguir o livro tanto quanto eles fizeram. Eles têm os nomes dos personagens, mas eles tipo, criaram uma nova jornada para Teresa. Isso faz com que a minha jornada seja de uma forma completamente diferente do que a dela. Mas é o mesmo personagem. Eu amo o que Kate fez e espero que as pessoas gostem da minha Teresa.
O que você diria aos críticos que dizem que “Oh, é apenas uma outra série de drogas com latinos”? Bem, esse definitivamente é uma série com latinos no mundo das drogas. Mas eu acho que é mais do que isso porque nós estamos seguindo uma personagem feminina forte ascendendo nesse negócio poderoso e porque é uma mulher. Nós principalmente vemos os homens interpretando este tipo de personagem e tendo uma mulher em um mundo predominantemente do sexo masculino já é diferente. Além disso, há essas mulheres e mulheres latinas que eu acho que vão trazer uma força diferente para esta história.
Como esse show está empurrando a conversa de "diversidade de Hollywood" para a frente? Eu acho que os escritores nunca pensaram muito sobre isso. Eu não tenho certeza do quanto eles estavam pensando ou incidindo sobre isso, mas diz muito ter personagens latinos importantes, juntamente com uma liderança feminina. Nós não somos latinos atores, nós somos atores que são latinos. Mesmo sendo o mundo da droga e tudo isso, podemos nos ver na tela e eu acho que é muito especial.
Parece que com Queen of the South e Mr. Robot, USA Network está passando por uma transformação em uma rede mais experimental.Eles estão fazendo três shows completamente diferentes, que são Mr. Robot, Queen of the South e Colony. A rede está abrindo sua gama para diferentes públicos e tentando fazer um novo conteúdo para o público e adaptando para o que está acontecendo hoje. Eu acho que a rede decidiu se abrir um pouco mais a esta nova visão e produzir esses tipos de shows. E é interessante que os três principais programas que foram lançados são completamente diferentes e eu acho que isso diz muito.
Você diria que este é a personagem mais poderosa que você já intepretou? É a personagem mais desafiadora. Eu nunca fiz TV, interpretar uma personagem em 13 episódios com a possibilidade de ir mais e mais, é um desafio. Eu sempre fiz filmes, onde se trabalha três meses e, então, você termina o personagem. Foi, tipo, como fazer seis filmes em seis meses, o que é uma enorme quantidade de trabalho. É um personagem que está ativo, está a construir-se, e você fica conectado com ele, você ainda está criando através dos episódios e isso é um desafio realmente maravilhoso para um ator. Eu não tenho certeza se é a maior ou a mais durona personagem que eu fiz, eu já fiz algumas personagens femininas fortes, mas eu acho que esta é única porque a sua base é um livro que eu realmente amo e também porque é a líder de uma série de ação na TV, que envolve um trabalho e uma escrita muito séria.
Também dá pra conferir uma entrevista com o Cameron Ducan - melhor pessoa da equipe de QOTS EVER! - concedida para um blog brasileiro sobre seu trabalho na cinematografia, clicando na foto abaixo:
O site Indiewire postou ontem um teaser exclusivo de QOTS. Junto com o teaser há essa pequena matéria que você confere abaixo.
'Queen of the South' Teaser Exclusivo: A guerra das drogas tem uma nova matriarca
À frente de sua estréia no próximo mês, "Queen of the South" está estreando um novo teaser exclusivamente no Indiewire. Alice Braga estrela a nova série, uma adaptação do romance best-seller que forneceu material de base para "La Reina del Sur" - uma novela altamente rentável produzida pela Telemundo. Braga interpreta uma mulher que foge para a América no rescaldo do assassinato de seu namorado no México.
"Há uma flor que cresce na escuridão," é dito a nossa heroína nos momentos iniciais. "Você é uma daquelas flores, então você pode muito bem florescer, porque vai estar escuro por um tempo." Esse pronunciamento ameaçador é entregue pela traficante matriarca a quem Braga recorre, que acaba tornando a vida ao norte da fronteira bem longe do sonho americano.
Braga chamou a atenção internacional pela primeira vez após sua atuação em "Cidade de Deus" e desde então tem aparecido em filmes como "I Am Legend" e "Elysium". Justina Machado, Hemky Wood, Veronica Falcon, James Martinez e Joaquim de Almeida co-estrela a [série] ao lado dela. "Queen of the South" estréia na rede USA dos EUA em 23 de junho*.
Para ver o teaser e matéria original em inglês, clique aqui.
* Na verdade, a série está programada para iniciar em 21 de junho, terça-feira, as 22:00.